BACTOMICIN IM/IV - Bula

BACTOMICIN IM/IV



BACTOMICIN IM/IV

Composição

Bactomicin IM/IV 100 miligramas contém, além do sulfatode amicacina, 0,13% de bissulfito de sódio e 0,5% de citrato de sódio sendo o pH ajustado para 4,5 com ácido sulfúrico. Bactomicin IM/IV 250 miligramas contém, além do sulfato de amicacina, 0,33% de bissulfito de sódio e 1,25% de citrato de sódio sendo o pH ajustado para 4,5 com ácido sulfúrico. Bactomicin IM/IV 500 miligramas contém, além do sulfato de amicacina, 0,66% de bissulfito de sódio e 2,5% de citrato de sódio sendo o pH ajustado para 4,5 com ácido sulfúrico.

Posologia e Administração

deve-se obter o peso do paciente antes do tratamento a fim de calcular a dose correta. Bactomicin IM/IV pode ser administrado por via intramuscular ou intravenosa. A função renal deve ser mantida sob controle medindo periodicamente a creatinina sérica ou o clearance de creatinina endógena. A determinação da uréia sérica é menos confiável. Estes exames devem ser repetidos periodicamente durante o tratamento. Sempre que possível, determinar as concentrações séricas da amicacina, para assegurar níveis adequados, porém não tóxicos, da substância. Quando possível, realizar determinações das concentrações mínimas e dos picos séricos intermitentemente durante o tratamento, evitando-se concentrações superiores a 35 mcg/ml e concentrações mínimas, um pouco antes da dose sucessiva, acima de 10 mcg/ml. A posologia deve ser ajustada conforme indicado. Administração I.M. em pacientes com função renal normal: a dose de Bactomicin IM/IV recomendada para adultos e crianças com função renal normal é de 15 mg/kg/dia, numa única administração a cada 24 horas ou divididas em 2 ou 3 tomadas: 7,5 mg/kg/12 horas ou 5 mg/kg/8 horas. A dose para pacientes com excesso de peso não deve exceder 1,5 g/dia. Nos prematuros a dose de Bactomicin IM/IV recomendada é de 7,5 mg/kg/12 horas. Recém-nascidos recebem uma dose de ataque de 10 mg/kg seguida de 7,5 mg/kg/12 horas. Crianças e lactentes com mais de 2 semanas recebem 7,5 mg/kg/12 horas ou 5 mg/kg/8 horas. Deve-se ter cuidado no cálculo das doses. A ampola de Bactomicin IM/IV, contendo solução com concentração de 50 mg/ml, poderá ser ainda mais diluída para proporcionar doses precisas em prematuros de baixo peso. Sempre que possível, monitorar os níveis séricos de amicacina possibilitando os ajustes posológicos necessários. A duração habitual do tratamento é de 7 a 10 dias, sendo que a dose total diária da substância não deve exceder 15 mg/kg/dia, qualquer que seja a via de administração. No caso de infecções resistentes ou complicadas onde o tratamento pode ultrapassar 10 dias, deve-se reavaliar a necessidade do uso do produto. No caso de continuação da terapêutica, ocorre monitorar atentamente os níveis séricos de amicacina, bem como a função renal, vestibular e auditiva. Na dosagem recomendada, casos de infecção não complicada por microorganismos sensíveis à amicacina geralmente responderam a Bactomicin IM/IV após 24 e 48 horas. Se não ocorrer melhora clínica em 3 a 5 dias, o tratamento deve ser interrompido e repetidos os testes de sensibilidade aos antibióticos. A falha do tratamento pode ser devida à resistência do microorganismo ou presença de foco séptico; neste último caso, é necessária drenagem cirúrgica. Nos casos de infecções não complicadas do trato urinário, onde estiver indicado o uso de Bactomicin IM/IV, a dose total diária deverá ser de 500 miligramas em dose única ou dividida em 2 tomadas durante 4-7 dias. Administração I.M. em pacientes com disfunção renal: em pacientes com insuficiência renal, as doses e/ou a frequência de administração dos aminoglicosídeos necessitam ser modificadas em resposta às concentrações séricas e em dependência do grau de insuficiência. Modificações posológicas aplicáveis sem usar o clearance da creatinina: alternativamente, quando o clearance da creatinina não estiver disponível, as doses para o paciente com insuficiência renal podem ser ajustadas pela administração das doses normais a intervalos maiores. Se o estado do paciente for estável, o intervalo das doses (em horas) pode ser calculado pela multiplicação do valor da creatinina sérica por nove. Por exemplo, se a concentração sérica de creatinina é de 2 mg/100 ml, a dose recomendada (7,5 mg/kg) deve ser administrada a cada 18 horas. Administração intravenosa: as doses de Bactomicin IM/IV administradas por via endovenosa são iguais àquelas recomendadas para a administração intramuscular. A solução para infusão é preparada adicionando-se o conteúdo da ampola de 500 miligramas em 100 ou 200 mililitros de uma solução estéril adequada, como soro fisiológico, soro glicosado a 5% ou a outra solução compatível. Nos adultos, a administração é realizada durante um período de 30 a 60 minutos. A dose total diária de Bactomicin IM/IV não deve exceder 15 mg/kg/dia e pode ser dividida em 2 ou 3 doses igualmente administradas em intervalos regulares. Nos pacientes pediátricos, infundir Bactomicin IM/IV em 30-60 minutos. O volume de líquido infundido dependerá da quantidade indicada para o paciente, devendo-se atingir um volume suficiente. Em lactentes, a infusão deverá ser aplicada durante 1-2 horas. A solução de Bactomicin IM/IV não deve ser misturada com outras drogas e deve ser administrada separadamente de acordo com a dose e a via de administração recomendada. Dose única diária: a evidência atual sugere que a administração da amicacina em dose única diária pode ser tão eficaz quanto potencialmente menos tóxica que os esquemas convencionais de dosagem em doses diárias múltiplas. O uso de esquemas de dose única pode proporcionar concentrações séricas rapidamente eficazes, reduzindo o tempo e a despesa de monitoração e da terapêutica com Bactomicin IM/IV. Deve ser considerado que a amicacina apresenta um efeito pós-antibiótico concentração-dependente contra vários patógenos gram-negativos e gram-positivos. Dados farmacodinâmicos sugerem também que o uso de doses maiores e menos frequentes, como no caso da dosagem única diária, aumenta a eficácia antimicrobiana de Bactomicin IM/IV. Concentrações séricas mais altas estão associadas com um aumento da atividade bactericida. Além disso, doses únicas diárias podem prevenir a ocorrência de resistência adaptativa induzida e a seleção de subpopulações aminoglicosídeos-resistentes em bactérias gram-negativas, permitindo um período de recuperação durante o intervalo de dose em que as concentrações séricas do antibiótico são mínimas. Dados toxicológicos indicam que a toxicidade relacionada ao uso de antibióticos aminoglicosídeos parece reduzida ou pelo menos não aumentada, com esquemas de dose única diária. Com efeito, a administração infrequente de altas doses de amicacina resulta em menor acúmulo da droga nos tecidos do que com doses múltiplas diárias ou infusão I.V. contínua. Doses únicas diárias também podem minimizar o risco de nefrotoxicidade porque a captação da amicacina pela córtex renal é saturável, atingindo um platô, quando aumentarem as concentrações séricas. Dados clínicos recentes confirmam que as concentrações na córtex renal e a nefrotoxicidade são reduzidas com doses únicas diárias. O uso da dose única diária pode não ser recomendável em pacientes com infecções graves e diminuída resistência às infecções (p. ex.: infecções por Pseudomonas aeruginosa em pacientes neutropênicos), uma vez que esse esquema poderia permitir intervalos de concentrações insuficientes de amicacina, que poderiam superar a duração do efeito pós-antibiótico concentração-dependente. Mas, uma vez que, em pacientes com infecções graves causadas por bactérias Gram-negativas Bactomicin IM/IV é geralmente administrado em combinação com outros agentes antiinfecciosos (p. ex.: antibióticos betalactâmicos) para proporcionar efeitos sinérgicos, os curtos períodos nos quais as concentrações estiverem abaixo da CIM do microorganismo não deveriam influir no resultado terapêutico final. A dose mais testada para o esquema de dose única diária de Bactomicin IM/IV é de aproximadamente 15 a 20 mg/kg. Doses de amicacina mais baixas daqueles usadas em monoterapia podem ser eficazes em esquemas de dose única em caso de terapêutica combinada. Superdosagem: no caso de dose excessiva ou reação tóxica, a diálise peritonial ou a hemodiálise auxiliarão na remoção da amicacina do sangue. No caso de neonatos, deve ser considerada a possibilidade de transfusão exsanguínea.

Precauções

os aminoglicosídeos são quase que total e rapidamente absorvidos quando aplicados topicamente durante procedimentos cirúrgicos, exceto pela bexiga. Foram relatados casos de surdez irreversível, insuficiência renal e morte devido a bloqueio neuromuscular, após a irrigação de campos cirúrgicos grandes ou pequenos com soluções de outro antibiótico aminoglicosídeo. A amicacina é potencialmente nefrotóxica, ototóxica e neurotóxica. Deve evitar-se o uso concomitante ou subsequente de outras substâncias nefrotóxicas ou ototóxicas, tanto por via sistêmica como tópica, devido aos possíveis efeitos aditivos, conforme relatado com o uso concomitante de cefalosporinas parenterais. O uso concomitante de cefalosporinas pode elevar falsamente as determinações de creatinina sérica. Ototoxicidade: vide Advertências. Nefrotoxicidade: visto que a amicacina se encontra em altas concentrações no sistema excretório renal, o paciente deve ser bem hidratado para minimizar a irritação dos túbulos renais. A função renal deverá ser avaliada pelos métodos usuais, antes do início e durante o tratamento. Caso ocorram sinais de irritação renal (cilindros, leucócitos, hemácias ou albumina), deve-se aumentar a hidratação. Se ocorrerem outras evidências de insuficiência renal, como diminuição do clearance de creatinina, redução do peso específico da urina, aumento da uréia, da creatinina ou oligúria, torna-se necessário a redução da dose (ver Posologia e administração). O tratamento deve ser imediatamente interrompido caso ocorra aumento da azotemia ou diminuição progressiva da diurese. Nos pacientes bem hidratados e com disfunção renal normal, o risco de reações nefrotóxicas com amicacina é baixo, desde que não sejam ultrapassadas as dosagens recomendadas. Pacientes idosos podem apresentar diminuição da função renal não evidenciada por exames de rotina, como a dosagem de uréia e creatinina séricas. Nestes casos, pode ser mais útil a determinação do clearance da creatinina. É particularmente importante a realização de avaliações periódicas da função renal durante o tratamento com antibióticos aminoglicosídeos. Neurotoxicidade: deve ser considerada a possibilidade de bloqueio neuromuscular e parada respiratória quando se administra a amicacina em concomitância com drogas anestésicas ou bloqueadoras neuromusculares. Caso ocorra bloqueio, este pode ser revertido pelos sais de cálcio. Outras: tem sido demonstrada sensibilidade cruzada entre os aminoglicosídeos. Como acontece com todo antibiótico, o uso da amicacina pode ocasionar superinfecções por microorganismos não sensíveis. Nesta circunstância, deve ser instituída terapêutica adequada. Os aminoglicosídeos não devem ser administrados em associação a diuréticos potentes. A inativação metabólica dos aminoglicosídeos é clinicamente significativa apenas em pacientes com graves alterações da função renal. Esta inativação pode ocorrer também em amostras de fluidos corpóreos coletados para a realização de exames, resultando em leituras imprecisas para os aminoglicosídeos. Gravidez: os aminoglicosídeos podem causar lesões ao feto quando administrados a mulheres grávidas. Os aminoglicosídeos atravessam a placenta e têm havido vários relatos de surdez bilateral congênita total e irreversível em crianças cujas mães receberam estreptomicina durante a gravidez. Embora não tenham sido relatados efeitos colaterais graves com outros aminoglicosídeos, esta possibilidade deve ser considerada. Não foram realizados suficientes estudos em mulheres grávidas, mas as investigações conduzidas não demonstraram qualquer evidência de efeitos colaterais no feto. Não é conhecido se a amicacina é excretada no leite materno, mas, como regra geral, a amamentação deverá ser interrompida enquanto a paciente estiver fazendo uso da medicação, uma vez que muitas drogas são excretadas no leite materno. Uso pediátrico: o uso de aminoglicosídeos em prematuros e neonatos deve ser realizado com cautela, devido à imaturidade renal destes pacientes, o que acarreta aumento da meia-vida sérica destas substâncias. Interações medicamentosas: deverá ser evitado o uso concomitante e/ou sucessivo de antibióticos neurotóxicos ou nefrotóxicos, por via tópica ou sistêmica, principalmente canamicina, gentamicina, netilmicina, tobramicina, neomicina, polimixina B, colistina e vancomicina, bem como o uso de alguns diuréticos potentes, como furosemida, ácido etacrínico e manitol. Alguns diuréticos são diretamente ototóxicos enquanto outros aumentam indiretamente a concentração da amicacina nos líquidos e tecidos. Quando a amicacina é administrada concomitantemente com substâncias anestésicas ou bloqueadores neuromusculares, deverá ser levada em consideração a possibilidade de ocorrer bloqueio neuromuscular e paralisia respiratória. Caso ocorra este tipo de bloqueio, os sais de cálcio podem reverter esse fenômeno.

Contra-Indicações

é contraindicado em pacientes com história de hipersensibilidade à amicacina. Bactomicin IM/IV pode ser contraindicado em pacientes com história de reações tóxicas graves ou hipersensibilidade a outros aminoglicosídeos, devido à conhecida sensibilidade cruzada dos pacientes aos agentes deste grupo. Advertências: os pacientes sob tratamento parenteral com os antibióticos aminoglicosídeos devem ser examinados frequentemente, devido ao risco de ototoxicidade e nefrotoxicidade. Não foi estabelecida a segurança de tratamentos superiores a 14 dias. Ototoxicidade vestibular e auditiva bilateral permanente pode ocorrer em pacientes com lesões renais preexistentes e em pacientes com função renal normal, que receberam altas doses do medicamento ou foram tratados por um tempo maior que o recomendado. Com efeito, o risco de ototoxicidade induzida por aminoglicosídeos é maior em pacientes com insuficiência renal. A perda de sensibilidade para altas frequências normalmente ocorre primeiro e pode ser detectada somente pelos exames audiométricos. Pode ocorrer vertigem como manifestação de lesão vestibular. Outras manifestações de neurotoxicidade podem incluir torpor, formigamento, contrações musculares e convulsões. O risco de toxicidade auditiva aumenta de acordo com o grau de exposição a concentrações séricas médias elevadas de aminoglicosídeos. Muitas vezes, os pacientes desenvolvendo lesões cocleares não apresentam sintomas que os possam alertar para a toxicidade do 8º par craniano durante o tratamento, vindo a apresentar surdez bilateral parcial ou total irreversível após a interrupção do tratamento. A ototoxicidade provocada pelo uso de aminoglicosídeos é geralmente irreversível. Foram descritos bloqueio neuromuscular e paralisia respiratória após a administração parenteral, instilação tópica (irrigações abdominais e ortopédicas, e no tratamento local do empiema) e uso oral de aminoglicosídeos. Deve considerar-se a possibilidade de ocorrência destes fenômenos, independentemente da via de administração do produto, especialmente em pacientes submetidos a agentes anestésicos, bloqueadores neuromusculares (p. ex.: tubocurarina, succinilcolina, decametônio, etc.) e nos pacientes recebendo grande volume de sangue citratado-anticoagulado. Os sais de cálcio podem reverter o bloqueio, caso este ocorra, mas pode tornar-se necessária a aplicação de ventilação mecânica. Devem ser avaliadas com frequência a função renal e do 8º par, especialmente nos pacientes com suspeita ou evidência de insuficiência renal antes do tratamento e nos pacientes com função renal inicialmente normal, que desenvolveram sinais de disfunção durante o tratamento. Quando possível, monitorar os níveis séricos de amicacina, proporcionando níveis terapêuticos adequados e evitando manter concentrações séricas prolongadas (> 35 mcg/ml). Devem ser realizados exames de urina para detectar uma eventual diminuição da densidade urinária, aumento da excreção de proteínas e presença de cilindros ou células. As dosagens séricas de uréia e creatinina ou o clearance de creatinina devem ser realizados periodicamente. Quando possível, devem ser efetuadas audiometrias seriadas, particularmente em indivíduos com alto risco. O tratamento deverá ser suspenso ou a posologia modificada, caso ocorram sinais de nefrototoxicidade ou ototoxicidade (tontura, vertigem, zumbido, ruído nos ouvidos e redução da sensibilidade auditiva). Deve ser evitado o uso oral, tópico ou sistêmico, concomitante ou subsequente, de outras drogas neurotóxicas ou nefrotóxicas, particularmente a bacitracina, cisplatina, anfotericina B,\up4 cefaloridina, paromomicina, viomicina, polimixina B, colistina, vancomicina e outros antibióticos aminoglicosídeos. A idade avançada e a desidratação são também fatores que podem aumentar o risco de toxicidade. Bactomicin IM/IV contém bissulfito de sódio, uma substância que pode causar reações do tipo alérgicas, inclusive sintomas anafiláticos e episódios de asma em indivíduos atópicos.

Indicações

tratamento em curto prazo das infecções graves causadas por cepas de bactérias Gram-negativas sensíveis, incluindo Pseudomonas sp.,\i Escherichia coli, Proteus sp. indol-positivo e indol-negativo, Providencia sp., Klebsiella sp., Enterobacter sp., Serratia sp. e Acinetobacter sp. (anteriormente Mima-herellea). Em geral, os aminoglicosídeos não são, porém, indicados nos episódios iniciais e não complicados de infecções do trato urinário, a menos que os agentes causais sejam resistentes a outros antibióticos menos potentes e tóxicos. Quando houver indicação para o uso de Bactomicin IM/IV no tratamento de infecções não complicadas do trato urinário, devem ser prescritas doses mais baixas (ver Posologia e Administração). Bactomicin IM/IV é também eficaz no tratamento da bacteriemia e septicemia (incluindo septicemia neonatal), nas infecções graves do trato respiratório, ossos e articulações, nas infecções do sistema nervoso central (incluindo meningite), no tratamento das queimaduras, nas infecções intra-abdominais (incluindo peritonite) e, finalmente nas infecções pós-operatórias (incluindo aqueles pós-cirurgia vascular). Devem ser realizados exames bacteriológicos para identificação do agente causal e da sua sensibilidade à amicacina. Bactomicin IM/IV pode ser administrado como terapia inicial em casos de suspeita de infecção por Gram-negativos, mesmo antes de se obter o resultado do antibiograma. A decisão de se continuar ou não a terapêutica com amicacina deverá ser baseada nos resultados dos testes de sensibilidade, na gravidade da infecção, na resposta do paciente e nas considerações adicionais contidas no item Advertências. Em vários estudos clínicos, foi demonstrada a eficácia da amicacina contra cepas de bactérias Gram-negativas resistentes à gentamicina e/ou tobramicina, particularmente Proteus rettgeri, Providencia stuartil, Serratia marcescens e Pseudomonas aeruginosas.\i No caso de infecções graves, tais como, a septicemia neonatal, pode ser indicado o tratamento combinado com outro antibiótico pertencente ao grupo das penicilinas ou das cefalosporinas devido à possibilidade destas infecções envolverem microorganismos Gram-positivos apenas moderadamente sensíveis aos aminoglicosídeos, tais como, estreptococos e pneumococos. Bactomicin IM/IV pode ser utilizado, como terapêutica inicial, no tratamento de doenças causadas por estafilococos em pacientes alérgicos a outros antibióticos e nas infecções mistas causadas por estafilococos e Gram-negativos.

Apresentação

Bactomicin IM/IV 100 mg, 250 miligramas e 500 miligramas é apresentado em embalagem com uma ampola contendo respectivamente 100 mg, 250 miligramas e 500 miligramas de amicacina base, na forma de sulfato, em 2 ml de solução para injeção.


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