DALACIN C 150 mg - Bula

DALACIN C 150 mg



DALACIN C 150 mg

Composição

cada cápsula contém: cloridrato de clindamicina150 mg, excipiente q.s.p 1 cápsula.

Posologia e Administração

adultos: infecções leves - 1 cápsula (150 mg) a cada 6 horas. Infecções mais severas - 2 cápsulas (300 mg) a cada 6 horas. Para se evitar a possibilidade de irritação do esôfago, Dalacin C cápsulas deve ser tomado com um copo cheio de água. - Nota: nas infecções por Streptococcus beta-hemoliticus, o tratamento deverá continuar pelo menos durante 10 dias, a fim de diminuir a possibilidade de febre reumática ou glomerulonefrite subsequente

Precauções

o Dalacin C, como qualquer outra droga, deve ser prescrito com cautela para indivíduos alérgicos. A exemplo de outros antibióticos, testes periódicos de função hepática e contagem sanguínea devem ser realizados durante terapia prolongada. O Dalacin C pode ser utilizado em pacientes anúricos. A meia-vida de Dalacin C no soro, em pacientes com função renal notadamente reduzida, é de aproximadamente duas vezes a meia-vida do composto em pacientes normais. A dosagem de Dalacin C deve, nesses casos, ser reduzida. Hemodiálise e diálise peritoneal não são meios eficazes para a eliminação do composto do sangue. Níveis séricos devem ser determinados em pacientes com grave insuficiência renal durante a administração de Dalacin C. A segurança de Dalacin C para uso durante a gravidez ainda não foi estabelecida. Até que se disponha de experiência clínica adicional, Dalacin C não é indicado para uso em recém-nascidos (crianças com menos de um mês). Em antibioticoterapia a ocorrência de diarréia é uma possibilidade a ser considerada. Clindamicina, como outros antibióticos, pode induzir sintomas desse tipo. Casos moderados exibindo mínima alteração de mucosa podem responder à simples interrupção da droga. Casos moderados a severos, incluindo aqueles com ulceração ou formação pseudomembranosa, devem ser controlados com líquidos, eletrólitos e suplementação protéica conforme o indicado. Outras causas de colite devem ser consideradas. Diarréia tem sido observada após algumas semanas do término do tratamento com clindamicina. O médico deve estar alerta para esta possibilidade. Estudos recentes indicaram uma toxina (ou toxinas) produzidas por bactérias do gênero Clostridium (especialmente C. difficilis) como a principal causa direta da colite associada a antibióticos. Esses estudos também indicaram que o Clostridium toxigênico é normalmente sensível in vitro à vancomicina. Quando 125 miligramas a 500 miligramas de vancomicina é administrada oralmente, 4 vezes ao dia, observa-se rápido desaparecimento da toxina em amostras fecais e coincidente melhora clínica da diarréia.

Reações adversas

nos estudos de eficácia clínica, o Dalacin C foi, geralmente, bem tolerado. Efeitos secundários foram relatados. Estes incluíram: desconforto abdominal, fezes soltas ocasionais ou diarréia, náuseas e vômito. Reações de hipersensibilidade tem sido raras; erupções ocasionais da pele e urticária tem sido relatadas. Leucopenia transitória (neutropenia) tem sido observada. Embora nenhuma relação direta de Dalacin C com disfunção do fígado tenha sido notada, breves anormalidades em testes de função hepática (elevações da fosfatase alcalina e transaminase sérica) tem sido observadas.

Contra-Indicações

a exemplo de todas as drogas, o uso de Dalacin C é contraindicado em pacientes que já demonstraram hipersensibilidade a este composto. Embora sensibilidade cruzada com a lincomicina não tenha sido demonstrada, e recomendável que Dalacin C não seja utilizado em pacientes que tenham sensibilidade à lincomicina. No caso de uma reação séria, a droga deve ser suspensa e os agentes normais (epinefrina, corticosteróides, anti-histamínicos) devem estar disponíveis para tratamento de emergência.

Indicações

infecções causadas por microorganismos susceptíveis à sua ação, especialmente estreptococos, pneumococos e estafilococos.


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