Alergolon - Metilprednisolona - Bula

Alergolon

Metilprednisolona

Corticosteroides



Alergolon

Indicação

Para quê serve Alergolon?

Alergolon é indicado nas seguintes condições:

Doenças dermatológicas: pênfigo; dermatite vesiculosa, eritema multiforme grave (síndrome de stevens-johnson), dermatite esfoliativa, micose fungóide, psoríase grave e dermatite seborréica grave.

Contraindicações

Quando NÃO devo usar este medicamento?

Em geral são as mesmas da corticoterapia; em particular, todos os estados infecciosos e/ou micóticos não controlados por um tratamento específico, algumas viroses em evolução, principalmente herpes na zona ocular, gota, úlceras gástrica ou duodenal ativas, estados psicóticos, cirrose alcoólica com ascite, hepatite aguda a vírus A, B ou não A não B, administração de vacinas virais vivas e hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Posologia

Como usar Alergolon?

As dosagens requeridas de alergolon são variáveis e devem ser individualizadas com base na doença sob tratamento e na resposta do paciente.

Terapia inicial: a dosagem inicial de alergolon pode variar de 4 mg a 48 mg/dia, dependendo da doença a ser tratada. Em situações menos graves, baixas doses são normalmente suficientes, enquanto que pacientes diferenciados podem requerer doses iniciais mais altas.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Distúrbios eletrolíticos: retenção de sódio, retenção de fluidos, falência cardíaca congestiva, perda de potássio, alcalose hipopotássica e hipertensão.

Músculos esqueléticos: fraqueza muscular, miopatia esteróide, perda de massa muscular, osteoporose, ruptura do tendão (principalmente do tendão de Aquiles), fratura e compressão vertebral, necrose asséptica das cabeças do fêmur e úmero, e fratura patológica dos ossos longos.

Dermatológicas: dificuldade na cicatrização de feridas, equimose e petéquia, maior sudação, supressão das reações aos testes na pele, pele frágil e eritema facial.

Gastrointestinais: úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia, pancreatite, distenção abdominal, esofagite ulcerativa, aumento da alanina transaminase (ALT, SGPT), aspartato transaminase (AST, SGOT) e fosfatase alcalina. Essas alterações são pequenas, não estão associadas com qualquer síndrome clínica e são reversíveis com a descontinuidade do tratamento com o corticosteróide.

Metabólica: balanço de nitrogênio negativo devido ao catabolismo protéico.

Neurológicas: pressão intracraniana aumentada com papiledema, usualmente após o tratamento, convulsão, vertigem e dor de cabeça.

Endócrinas: irregularidades menstruais, desenvolvimento de estado cushingóide, supressão do crescimento nas crianças, redução da tolerância aos carboidratos, manifestação do diabetes melito latente, aumento das necessidades de insulina ou agente hipoglicemiantes orais, adrenocortical secundária e pituitária insensível, principalmente em casos de estresse, como em traumas, cirurgias ou doenças.

Oftálmicas: catarata subcapsular posterior, pressão intraocular aumentada, glaucoma e exoftalmia.

Outras: urticária ou outra alergia, reações anafiláticas ou de hipersensibilidade.

Apresentação

Comprimido 4 mg. Caixa com 21 comprimidos.

Laboratório

Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.


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