FENERGAN Expectorante Pediátrico - Bula

FENERGAN Expectorante Pediátrico



FENERGAN Expectorante Pediátrico

Composição

cada colher de chá (5 ml) contém: cloridrato deprometazina 2,5 mg; sulfoguaiacolato de potássio 45 mg; extrato fluido de ipeca 0,010 ml; excipiente q.s.p. 5 ml.

Posologia e Administração

crianças de 2 a 6 anos: 1 colher das de chá (5 ml), 3 a 5 vezes ao dia. Acima de 6 anos: 1 colher das de chá, (5 ml), 4 a 6 vezes ao dia. Superdosagem: o quadro clínico da superdosagem com prometazina vai desde leve depressão do SNC e sistema cardiovasuclar até profunda hipotensão, depressão respiratória e perda da consciência. Agitação pode ocorrer. Convulsões raramente ocorrem. Sinais e sintomas atropina-like, como boca seca, pupilas fixas e dilatadas, flushing e sintomas gastrointestinais também podem ocorrer. O tratamento é essencialmente sintomático e de suporte. Lavagem gástrica deve ser feita o mais precocemente possível. Somente em casos extremos torna-se necessária a monitorização dos sinais vitais. A naloxona reverte alguns dos efeitos depressivos, mas não todos. Hipotensão severa, em geral, responde à administração de norepinefrina ou fenilefrina. Epinefrina não deve ser utilizada, já que seu uso em pacientes com bloqueio adrenérgico parcial pode abaixar ainda mais a pressão arterial. Experiências limitadas com diálise indicam que ela não é útil nestes casos.

Precauções

Fenergan Expectorante deve ser usado com precaução em pacientes que estejam em tratamento com tranquilizantes ou barbitúricos, pois poderá ocorrer potencialização da atividade sedativa destas substâncias com a do anti-histamínico. Com as demais drogas sedativas ou depressoras do SNC, Fenergan deve ser evitado em pacientes com história de apnéia noturna. Não se recomenda o uso deste produto em crianças com menos de dois anos de idade.

Reações adversas

alguns pacientes podem apresentar sonolência, que cede com o decorrer do tratamento. Outros efeitos, embora raros, podem ocorrer: tontura, confusão mental, secura da boca, sintomas extrapiramidais, bradicardia ou taquicardia; aumento ou diminuição da pressão arterial (mais comum com a forma injetável); rash cutâneo e mais raramente fotossensibilidade; náuseas e vômitos; leucopenia, trombocitopenia e agranulocitose. Recomenda-se um controle regular da crase sanguínea nos 3 ou 4 primeiros meses de tratamento. Raramente foram descritos casos de discinesia tardia após administração prolongada de certos anti-histamínicos.

Contra-Indicações

este produto não deve ser administrado a pacientes sensíveis aos derivados fenotiazínicos, bem como aos portadores de discrasias sanguíneas. Ligados a efeito anticolinérgico: glaucoma por fechadura de ângulo; pacientes com risco de retenção urinária ligado a distúrbios uretroprostáticos. Interações medicamentosas: a ação sedativa da prometazina é aditiva aos efeitos de outros depressores do SNC, incluindo álcool, analgésicos narcóticos, sedativos, hipnóticos, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes. Portanto, estes agentes devem ser evitados ou administrados em doses reduzidas a pacientes em uso de prometazina.

Indicações

tratamento sintomático das afecções congestivas ou alérgicas das vias aéreas superiores.

Apresentação

frasco com 120 mililitros


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