Kronel - Bula

Kronel



Laboratório

Hebron

Apresentação de Kronel

Gel ginecológico: caixa com 1 bisn. com 60g de gel vaginal, acompanhada de 10 aplicadores descartáveis. Óvulos vaginais: caixa com 1 bl. com 10 óvulos, acompanhado de 30 dedeiras descartáveis.

Kronel - Indicações

Kronel está indicado no tratamento das cervicites, vaginites e cérvico-vaginites.

Contraindicações de Kronel

Kronel está contraindicado em gestantes.

Advertências

Pacientes com hipersensibilidade a um dos componentes da fórmula devem evitar o uso do produto.

Uso na gravidez de Kronel

Kronel está contraindicado em gestantes.

Interações medicamentosas de Kronel

Não foram relatadas interações medicamentosas com o uso do Kronel, até o momento atual.

Reações adversas e efeitos colaterais de Kronel

Relatos esporádicos de ardor e queimor, de baixa intensidade, foram relatados em mulheres que fizeram uso do Kronel, logo após uma relação sexual.

Kronel - Posologia

Gel vaginal: Fazer a aplicação de 6g (conteúdo do aplicador cheio) à noite, ao deitar, durante 10 dias ou a critério médico. Óvulos vaginais: Fazer a aplicação de 1 óvulo à noite, ao deitar, durante 10 dias ou a critério médico. Utilizar 3 dedeiras para cada óvulo.

Superdosagem

Se usado conforme indicado, não há perigo de superdosagem do produto.

Kronel - Informações

Este é um medicamento que utiliza a planta Schinus terebinthifolius Raddi, popularmente conhecida por aroeira. Tem ação antimicrobiana, cicatrizante e anti-inflamatória, sendo utilizada no tratamento das cervicites, vaginites e cérvico-vaginites. Estas ações devem-se ao efeito estabilizante da membrana e às propriedades anticolinérgicas e anti-histamínicas. Sua ação cicatrizante se deve à presença dos taninos na planta. O estudo fitoquímico demonstrou a presença de schinol, ácido masticadienóico, citosterol, triaconte, simiarenol, ácido terebintifólico, baurenona, saponinas, taninos, óleo essencial e resina. A atividade anti-inflamatória foi verificada ser do tipo não esteroidal. Numa pesquisa científica, realizada em 1974, já demonstrava sua atividade anti-inflamatória e cicatrizante em mulheres com cervicites e cérvico-vaginites. Um estudo recente, concluído em 1999 e que fez parte de tese de mestrado, demonstrou a eficácia no tratamento de mulheres com estas patologias.


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