MERIONAL - Bula

MERIONAL



MERIONAL

MERIONAL

Gonadotrofina Menopáusica Humana (HMG) Altamente Purificada Liófilo Injetável

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:

Merional apresenta-se sob a forma de pó branco liofilizado, a ser reconstituído em diluente adequado, resultando em uma solução límpida, para administração intramuscular ou subcutânea. Envasados em frascos-ampolas contendo 75U.I. e 150U.I. de Gonadotrofina Menopáusica Humana (HMG), altamente purificada. Caixas contendo 1 ou 10 frasco(s)-ampola(s), acompanhando 1 ou 10 ampola(s) de diluente.

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Merional corresponde a um composto hormonal, contendo FSH e LH numa proporção 1:1.

Liófilo injetável de 75U.I.

Cada frasco-ampola contém:

Hormônio Folículo-estimulante (FSH): 75U.I.

Hormônio Luteinizante (LH): 75U.I.

Manitol: 40 miligramas Liófilo injetável de 150U.I.

Cada frasco-ampola contém:

Hormônio Folículo-estimulante (FSH): 150U.I.

Hormônio Luteinizante (LH): 150U.I.

Manitol: 40 miligramas Cada ampola de diluente que acompanha cada formulação contém:

Solução Fisiológica: 2 mL

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

Merional é um liófilo injetável que, após sua reconstituição, com diluente apropriado, resulta em uma solução límpida, para uso intramuscular ou subcutâneo, contendo 75U.I. ou 150U.I.

O medicamento deve ser conservado em lugar seco, na sua embalagem original, em temperaturas inferiores a 25º C.

O prazo de validade é de 24 meses após a data de fabricação (vide cartucho). Após a sua reconstituição, o uso deve ser imediato, para se evitar perda de produto por absorção pela seringa.

" NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

" TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

Tratamentos concomitantes à base de citrato de clomifeno ou agonistas de GnRH devem ser previamente comunicados a seu médico.

" NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE"

Merional é para uso intramuscular ou subcutâneo.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS:

Modo de Ação:

Merional é um composto hormonal contendo Hormônio Folículo Estimulante (FSH) e Hormônio Luteinizante (LH), numa proporção de cerca de 1:1. A Gonadotrofina Menopáusica (HMG) é extraída da urina de mulheres na pós-menopausa.

A meia-vida biológica do FSH é ligeiramente maior que aquela do LH (vide Farmacocinética), conferindo assim, ao composto, uma atividade principalmente de estimulação folicular (FSH).

Merional estimula o crescimento e maturação folicular promovendo, desse modo, a produção de estrogênios. Portanto, provoca-se a proliferação do endométrio, permitindo a implantação e a nidação de um óvulo fertilizado.

Farmacocinética:

Os hormônios FSH e LH são glicoproteínas hidrossolúveis.

Depois de administração oral, ambos são destruídos pelas enzimas gastrointestinais. Porém, suas atividades, após injeção intramuscular, permanecem inalteradas.

Gonadotrofinas fisiológicas são excretadas pela urina, em uma forma biologicamente ativa. Os hormônios FSH e LH são eliminados em duas fases. Em ambas as fases, a meia-vida biológica do FSH é maior que aquela do LH. Na primeira fase, o FSH tem meia-vida biológica de 4 horas, e o LH, de 20 minutos. Na segunda fase, o FSH tem meia-vida biológica de 70 horas, e o LH, de 4 horas.

INDICAÇÕES:

Merional é indicado nos seguintes casos:

Em mulheres:

*Estimulação folicular simples:

Tratamento de infertilidade devido à anovulação não relacionada com falha ovariana orgânica primária, ou seja, anovulação de origem hipofisária-hipotalâmica; amenorréia ou oligomenorréia; e infertilidade devido a insuficiência luteínica.

Em pacientes que não respondem, parcial ou totalmente, ao tratamento com clomifeno.

*Estimulação folicular múltipla:

Tratamento de infertilidade em pacientes que participam de um programa de concepção assistida por médicos (IVF-ET AL, GIFT).

Em homens:

Indução de espermatogênese em pacientes sofrendo de hipogonadismo hipogonadotrófico.

Tratamento de infertilidade devido à extrema azoospermia ou oligospermia com baixos níveis de gonadotrofinas.

CONTRAINDICAÇÕES:

Merional é contraindicado nos seguintes casos:

*gravidez;

*lactação;

*menopausa precoce;

*hipersensibilidade conhecida a gonadotrofinas, inclusive HMG;

*insuficiência ovariana primária (hipogonadismo hipergonadotrófico);

*esterilidade com dificuldade de maturação folicular normal, devido a fatores relacionados às trompas ou ao muco cervical, (exceto pacientes que estejam participando de programas de concepção assistida por médicos);

*cistos ovarianos não decorrentes da síndrome do ovário policístico;

*insuficiência ovariana hipergonadotrófica;

*hiperprolactinemia;

*endocrinopatia da tireóide ou de origem supra-renal;

*carcinoma de ovário, útero e mama;

*tumor da glândula pituitária ou do hipotálamo;

*esterilidade excretória;

*esterilidade secretória relacionada com lesão testicular primária;

*histórico de tromboembolismo.

PRECAUÇÕES GERAIS:

A solução de Merional deve ser reconstituída com uma ampola de diluente (2mL), imediatamente antes de ser administrada. O conteúdo remanescente deve ser descartado.

Um tratamento com hormônios gonadotróficos deve ser administrado apenas por um médico especialista, com experiência no diagnóstico e tratamento de problemas de infertilidade.

Tanto a paciente quanto o seu parceiro devem ser informados de que o tratamento da infertilidade com gonadotrofinas pode aumentar o risco de hiperestimulação ovariana, gravidez múltipla e abortos espontâneos.

Antes de iniciar o tratamento, investigações cuidadosas devem ser realizadas sobre as possíveis causas de infertilidade da mulher ou de seu parceiro. O tratamento deverá ser iniciado somente quando forem descartadas outras causas de infertilidade, tais como problemas mecânicos, imunológicos ou andrológicos.

A monitorização médica se faz necessária durante todo o tratamento, como também um cuidadoso controle clínico e endocrinológico, se possível, em hospitais (determinação rápida de níveis plasmáticos de estrogênio, em mulheres, e espermograma , em homens; ecografia, etc.).

A fim de prevenir o aparecimento da Síndrome da Hiperestimulação Ovariana, a paciente deve ser submetida a um exame clínico e endocrinológico pelo menos a cada dois dias, durante todo o curso de tratamento, e durante duas semanas após o seu término.

Uma reação estrogênica excessiva decorrente do uso de Merional, geralmente não causa qualquer sintoma de hiperestimulação. A hiperestimulação só ocorre após a administração de Gonadotrofina Coriônica. Se a dosagem de hormônio apresentar uma reação estrogênica excessiva ou se ocorrerem sinais clínicos ou ultrassonográficos de hiperestimulação ovariana, deve-se interromper imediatamente o tratamento com Merional e HCG (vide Superdosagem).

O risco da hiperestimulação é insignificante se a posologia recomendada for seguida e tomadas as precauções necessárias.

É aconselhável que Merional não seja misturado a outros medicamentos na mesma seringa.

Merional deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea.

Uso na gravidez e lactação:

Existe evidência de risco fetal baseado na experiência com humanos e animais. Assim, a administração desse grupo de fármacos a gestantes apresenta alto risco, se comparado aos possíveis benefícios.

Não se sabe se o Merional é secretado no leite e quais os possíveis efeitos do mesmo sobre o lactente.

Portanto, este medicamento é contraindicado para gestantes e lactantes.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

Nenhuma interação clinicamente significativa foi relatada com o uso de Merional.

O uso simultâneo de Merional e citrato de climofeno pode aumentar a resposta folicular; ao passo que, o uso simultâneo de um dessensibilizante hipofisário com um agonista de GnRH pode exigir o aumento da dose de Merional para se obter uma resposta ovariana adequada.

Apesar de não haver sido registrada qualquer interação medicamentosa, é aconselhável não misturar Merional com outros medicamentos na mesma seringa.

REAÇÕES ADVERSAS:

Podem ocorrer sintomas gastrintestinais, inchaço, dor abdominal e tensão mamária. Um aumento ovariano leve ou moderado e a formação de cistos ovarianos também são possíveis. Raramente ocorre hiperestimulação ovariana grave (vide Superdosagem).

Em casos raros, a trombose intravascular e embolismo, bem como as oclusões periféricas e cerebrais (ex.: embolismo pulmonar, infarto pulmonar, oclusão vascular cerebral) foram associadas ao tratamento com HMG/HCG, mesmo na não ocorrência de hiperestimulação.

Casos de irritação no local da injeção, febre e artralgias já foram relatados.

Gravidez múltipla geralmente de gêmeos, pode ocorrer com frequência de 20 a 30?, principalmente em pacientes em programa de concepção assistida, dependendo diretamente do número de embriões implantados.

Os abortos espontâneos são mais frequentes do que nas gestações espontâneas, ocorrendo com frequência comparável aos casos de mulheres com problemas de infertilidade.

Pode ocorrer gravidez ectópica em mulheres com história de distúrbios das trompas. Mas, o tratamento não aumenta o risco de má formação fetal, se comparado a nascimentos decorrentes de gestações espontâneas.

POSOLOGIA:

Em mulheres:

* Indução da ovulação:

O objetivo do tratamento é provocar a maturação de um único folículo de Graaf, em um curto espaço de tempo, com a ajuda de doses individualmente definidas de Merional e, posteriormente, induzir a ovulação com uma injeção de Gonadotrofina Coriônica Humana (HCG).

A maturação folicular é avaliada por testes de controle hormonal (níveis plasmáticos de estrogênio) e exames clínicos (curva da temperatura corporal basal, padrão do muco cervical e determinação do tamanho do folículo por ultrassonografia).

A administração de Merional deverá continuar até que a taxa de estrogênio e o tamanho do folículo indiquem a fase pré-ovulatória:

Estrogênios no plasma: 300-8000 pg (1,1 - 2,9 pMol)/mL.

Diâmetro médio do folículo dominante: 18-22 mm.

Score cervical segundo Insler: ³ 8 pontos de 12.

O tratamento pode basear-se em dois planos:

** Regime 1 - administração diária:

A primeira injeção de 1 frasco de Merional 75U.I. deve ser dada no 4º/5º dia após a menstruação espontânea ou sangramento induzido. O tratamento, com esta mesma dose diária, será de 7 a 12 dias, no máximo, ou até que a maturação folicular adequada seja obtida. Quando utilizado simultaneamente com FSH, conforme sugerido por vários protocolos de tratamento, a dosagem de Merional deve ser igualmente reduzida. O resultado é avaliado diariamente por ultrassonografia e controle de estrogênio.

Se o resultado desejado não for obtido, pode-se interromper o tratamento ou continuá-lo, com uma dose de 2 frascos-ampolas ao dia (150U.I. de Merional). As doses diárias que excederem 150U.I. só poderão ser administradas quando a paciente puder ser acompanhada permanentemente.

A dose mais alta não deve exceder a 750U.I. de Merional (10 frascos-ampolas de Merional 75U.I. ou 5 frascos-ampolas de Merional de 150U.I.) ao dia.

Se, ao contrário, os níveis plasmáticos de estrogênio apresentarem um aumento muito rápido (superior a 100?, em 2 a 3 dias), a dosagem de Merional deve ser reduzida. De 24 a 48 horas após a última injeção de Merional, uma dose única de 5000 a 10000U.I. de Gonadotrofina Coriônica pode ser administrada, desde que os resultados clínicos e bioquímicos do tratamento demonstrem uma estimulação folicular adequada e não excessiva. A ovulação geralmente acontece de 32 a 48 horas depois. No caso de falha, pode-se repetir a administração de Gonadotrofina Coriônica.

** Regime 2 - administração a cada dois dias:

Neste plano de tratamento, o Merional é administrado em dias alternados. Todas as demais condições (início, duração e monitoração do tratamento, administração de HCG) são idênticas àquelas descritas no Regime 1.

O primeiro dos dois regimes é mais comumente usado.

O casal deve ser encorajado a manter relações sexuais diariamente, começando um dia antes da administração de HCG até a manifestação da ovulação. O aumento da temperatura basal deve confirmar a ovulação. Se, apesar da ovulação, não ocorrer a gravidez, o tratamento poderá continuar durante, pelo menos, dois cursos de tratamento. Um curso de tratamento com doses mais altas deve ser seguido apenas no caso de falha constante e com um rigoroso acompanhamento ultrassonográfico e endocrinológico.

* Indução do crescimento de folículos múltiplos durante um programa de concepção assistida por médicos:

A dose de Merional tem de ser adaptada a cada paciente, de acordo com os resultados obtidos pelos testes de controle hormonal diários e ecografia.

** 1ª Fase: administrar 150 a 300U.I. de Merional diariamente, começando no 3º dia do ciclo até que seja obtido um crescimento folicular suficiente. Se, conforme sugerido por vários protocolos de tratamento, Merional for administrado simultaneamente com FSH, sua dose deve ser reduzida.

** 2ª Fase: a ovulação é induzida com uma injeção de 5000 a 10000U.I. de HCG.

Em homens:

A duração da espermatogênese é de aproximadamente de 72 dias, entretanto o tratamento com Merional deverá ser seguido pelo período de tempo de 13 a 15 semanas.

Geralmente a dose deve ser estabelecida como se segue: 225 a 300U.I. de Merional por semana, em concomitância com 1500U.I. de Gonadotrofina Coriônica, 2 a 3 vezes por semana.

Para certos tratamentos, a dose aplicada para induzir a espermatogênese pode ser mais alta do que a registrada no regime citado acima, especialmente no caso de hipogonadismo hipogonadotrófico. Por exemplo, administrar doses de 150 a 225U.I. de Merional 3 vezes por semana, em concomitância com 3000 a 8000U.I. de Gonadotrofina Coriônica por semana.

O tratamento deve ser adaptado para cada paciente, de acordo com a resposta obtida, sendo sempre observadas as precauções para uso, no caso de tratamentos reiterados. Em homens, o tratamento deve ser seguido, pelo menos, por 90 dias.

ADMINISTRAÇÃO:

Deve-se levar em consideração as seguintes notas para instrução de uso e manipulação de Merional:

Proteção para as mãos deve ser usada ao abrir as ampolas e frascos-ampolas deste produto.

A reconstituição deste produto deve ser feita somente com o diluente que o acompanha (ampola de Solução Fisiológica, 2mL).

Merional deve ser aplicado imediatamente, após a sua reconstituição, para se evitar o risco de perda de produto devido a sua absorção na seringa. Esta possível absorção, porém, não tem nenhum efeito significante na dosagem necessária para a eficácia terapêutica.

Para administração intramuscular, utilizar 2mL de solução fisiológica.

Para administração subcutânea, utilizar somente 1mL de solução fisiológica. Optando-se por esta via de administração, o uso de 2mL de solução fisiológica poderá resultar em uma aplicação mais dolorida e prolongada.

Não misturar Merional com outros medicamentos numa mesma seringa.

Não usar este produto após vencido o seu prazo de validade (vide cartucho).

SUPERDOSAGEM:

Os efeitos de uma superdosagem com Merional são desconhecidos. Contudo, pode-se considerar os efeitos da síndrome de hiperestimulação ovariana como possíveis sintomas de superdosagem.

Os sinais clínicos de hiperestimulação ovariana, nos casos de hiperestimulação leve, são dores abdominais ou tensões abdominais com aumento do ovário; e nos casos de hiperestimulação de moderada a grave, hipertrofia ovariana repentina e acentuada, ascite com ou sem efusão pleural e/ou distúrbios hemodinâmicos, e ruptura de cistos ovarianos seguida de peritonite.

Os sintomas de hiperestimulação aparecem geralmente de 4 a 8 dias após a administração da Gonadotrofina Coriônica. Por esse motivo, a paciente deve ser monitorada durante pelo menos duas semanas após a última injeção.

Mas, se sintomas semelhantes aos sintomas de hiperestimulação só ocorrem três semanas, ou mais, após o final da terapia, sua origem deve ser atribuída a um aborto iminente ou gravidez extra-uterina.

No caso de hiperestimulação de médio grau, um exame cuidadoso da paciente será suficiente. Por outro lado, no caso de ascite ou complicações graves, a paciente deverá ser hospitalizada e submetida a um teste eletrolítico e hemodinâmico.

Raramente uma Síndrome de Hiperestimulação Ovariana com hipertrofia aguda do ovário é acompanhada de acúmulo de fluidos no abdômen e tórax ou de eventos tromboembólicos mais graves. Este pode ocorrer em casos raros, independentemente da Síndrome da Hiperestimulação Ovariana.

Mulheres submetidas a tratamento de superovulação correm maior risco de desenvolver a hiperestimulação em razão de sua resposta estrogênica excessiva ou desenvolvimento multifolicular.

Em certas pacientes, especialmente aquelas com amenorréia decorrente da síndrome de Stein-Leventhal, é possível a formação de cistos. Eles provocam dores abdominais de intensidade variada e requerem a interrupção do tratamento.

A fim de evitar a formação de cistos, a paciente deve ser submetida a um exame ginecológico em dias alternados no início do tratamento e diariamente a partir do décimo dia de tratamento.

Os riscos de hiperestimulação e formação de cistos ovarianos são reduzidos se a dose recomendada e as precauções forem estritamente seguidas.

Segundo Lunenfeld, uma pequena hiperestimulação ocorre em menos de 4? dos tratamentos, ao passo que uma hiperestimulação moderada ou grave ocorre em menos de 1? dos tratamentos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Laboratório

Meizler Comércio Internacional S.A.

Alameda Juruá, 149 - Alphaville

Barueri/SP - CEP: 06455-010

Tel: 11-7295-6613

Fax: 11-7295-6621

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