Neotenol - Bula

Neotenol

Antihipertensivos



Neotenol

Indicação

Para quê serve Neotenol?

O NEOTENOL é indicado no tratamento da hipertensão arterial, angina do peito, infarto do miocárdio e taquiarritmias cardíacas. Pode ser usado como adjuvante no tratamento da síndrome de abstinência e hipertireoidismo, e como profilaxia da enxaqueca.

Farmacocinética

Como funciona este medicamento?

Absorção: 50%; ligação às proteínas plasmáticas: 6%-16%; solubilidade em lipídios: muito baixa; biotransformação: hepática (mínima); meia-vida: 6-7 h; efeito máximo: 2-4 h; eliminação: renal (6-7 h). A absorção de NEOTENOL não é afetada pela presença de alimentos.

Contraindicações

Quando NÃO devo usar este medicamento?

Insuficiência cardíaca moderada ou grave, choque cardiogênico, bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro graus, bradicardia sinusal, hipotensão arterial, hipersensibilidade ao atenolol ou qualquer um dos componentes da fórmula.

Posologia

Como usar Neotenol?

Hipertensão: Dose inicial de 25 a 50 mg, uma vez ao dia, podendo ser aumentada para 50 a 100 miligramas de acordo com a resposta clínica. Angina do peito: Dose inicial de 50 mg, uma vez ao dia, podendo ser aumentada para até 100 mg/dia, de acordo com a resposta clínica. Alguns pacientes podem requerer uma dose diária de 200 miligramas Infarto do miocárdio: A dose inicial de NEOTENOL deve ser de 50 miligramas (10 minutos após a segunda administração bem-tolerada de atenolol por via endovenosa), sendo readministrada 12 horas depois. A dose diária de manutenção deve ser de 100 miligramas em dose única, ou divididos em duas doses. Arritmias: Após o controle das arritmias cardíacas indicadas, a dose da manutenção a ser administrada deve ser de 50 a 100 mg/dia. Síndrome de abstinência, hipertireoidismo e profilaxia da enxaqueca: A dose de NEOTENOL é de 50 a 100 mg/dia.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Bradicardia, hipotensão arterial, bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro graus; precipitação de insuficiência cardíaca, esfriamento das extremidades; hipotensão ortostática, dores nas pernas; agravamento de vasculopatias arteriais periféricas, tontura, fadiga, depressão, letargia, sonolência, sonhos incomuns, vertigem, ansiedade, diarréia, náuseas, agranulocitose. sibilos, dispnéia, diminuição da libido, erupções cutâneas, exacerbação de psoríase, síndrome lúpica, secura dos olhos, alopecia reversível, anticorpos antinucleares, elevação das concentrações séricas de enzimas hepáticas, púrpura e trombocitopenia.

Advertências e precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Pediatria: A segurança e a eficácia ainda não foram bem estabelecidas. Geriatria: Podem ser menos sensíveis a alguns dos efeitos betabloqueantes, entretanto, as reduções do metabolismo e da capacidade de eliminação da droga podem requerer diminuição da dose do atenolol. Gravidez: A segurança do atenolol durante a gravidez é discutível, existe um potencial para efeitos colaterais tais como: bradicardia, hipoglicemia e depressão respiratória neonatais, bem como retardo do crescimento intra-uterino, que já foram associados ao uso de atenolol durante a gravidez. De qualquer forma, este medicamento, quando usado durante a gravidez, deverá obedecer a critérios rigorosos, levando em consideração que os benefícios esperados para a gestante sejam superiores aos riscos potenciais para o feto e recém-nascidos. Lactação: O atenolol é excretado em pequenas proporções no leite materno, podendo causar reações adversas em neonatos prematuros e em crianças com função renal debilitada. A relação risco-beneficio deve ser considerada nas seguintes situações clínicas: história de alergia, asma ou bronquite não-alérgica; insuficiência cardíaca leve; diabetes mellitus; dislipidemias; hipertireoidismo; história de depressão; miastenia gravis feocromocitoma; psoríase; disfunção renal; síndrome de Raynaud e outras enfermidades vasculares periféricas.

Superdosagem

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Os sinais de superdosagem podam incluir bradicardia sintomática, hipotensão, broncoespasmo e insuficiência cardíaca aguda; hipoglicemia também pode ser observada. Se a ingestão dos comprimidos for recente, recomenda-se a indução de vômito ou a lavagem gástrica e nos casos de superdosagem grave a hemodiálise pode ser útil para acelerar a eliminação da droga. Tratamento dos sintomas: Bradicardia: De 0,25 a 1,0 miligramas de sulfato de atropina EV. Bloqueio atrioventricular do segundo e terceiros graus: Cloridrato de isoproterenol ou um marcapasso cardíaco. Hipotensão grave: Vasopressor (dobutamina, dopamina, epinefrina ou norepinefrina), o glucagon (EV) pode ser útil se a hipotensão for refratária e vasopressores. Brocoespasmo. Agonista beta-adrenérgico, como isoproterenol, atropina ou aminofilina EV, pode ser administrado. Insuficiência cardíaca: Glicosídeo cardíaco, diurético e oxigênio podem ser usados. Hipoglicemia: Pode ser tratada com dextrose EV.

Composição

Cada comprimido contém 50 ou 100 miligramas de atenolol e excipientes (dióxido de silicio coloidal, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, celulose micro-cristalina e glicolato sódico de amido).

Apresentação

Cartucho com um blister com 30 comprimidos de 50 miligramas e cartucho com dois blisteres com 15 comprimidos de 100 miligramas

BIOBRÁS S.A. A Serviço do diabético.

Interações Medicamentosas

Anestésicos e hidrocarbonetos inalatórios (ciclopropano, enflurano, halotano etc.), hipoglicemiantes orais e insulina, anti-inflamatórios não-esteroidais, agentes betabloqueadores oftálmicos, outros agentes hipotensores, bloqueadores dos canais de cálcio, clonidina, guanabenzo, diazóxido, reserpina, estrogênio, inibidores da MAO (furazolidona, pargilina e procarbazina), fenotiazinas, fenitoína (injetável), simpatomiméticos.

Introdução

Neotenol Atenolol

Laboratório

Biobrás S.A.


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