Zyprexa Zydis - Bula

Zyprexa Zydis



Laboratório

Lilly

Referência

olanzapina

Apresentação de Zyprexa Zydis

Comprimidos orodispersíveis, liofilizados, para administração oral, nas concentrações: - 5 miligramas em bl., acondicionados em caixas com 14 e 28 comprimidos. - 10 miligramas em bl., acondicionados em caixas com 14 e 28 comprimidos.

Zyprexa Zydis - Indicações

A olanzapina é indicada para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outras psicoses, nas quais sintomas positivos (ex. delírios, alucinações, alterações de pensamento, hostilidade e desconfiança) e/ou sintomas negativos (ex. afeto diminuído, isolamento emocional e social, pobreza de linguagem) são proeminentes. A olanzapina alivia também os sintomas afetivos secundários, comumente associados com esquizofrenia e transtornos relacionados. A olanzapina é eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo nos pacientes que responderam ao tratamento inicial. A olanzapina é indicada, em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, para o tratamento de episódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar, com ou sem sintomas psicóticos e com ou sem ciclo rápido. A olanzapina é indicada para prolongar o tempo e reduzir as taxas de recorrência dos episódios de mania, mistos ou depressivos no transtorno bipolar.

Contraindicações de Zyprexa Zydis

Zyprexa Zydis é contraindicado nos pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer ingrediente do produto.

Advertências

SÍNDROME NEUROLÉPTICA MALIGNA (SNM): SNM É UMA SÍNDROME COMPLEXA, POTENCIALMENTE FATAL, ASSOCIADA COM MEDICAMENTO ANTIPSICÓTICO, INCLUINDO A OLANZAPINA. AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA SNM SÃO: HIPERPIREXIA, RIGIDEZ MUSCULAR, ESTADO MENTAL ALTERADO E EVIDÊNCIA DE INSTABILIDADE AUTONÔMICA (PULSO OU PRESSÃO ARTERIAL IRREGULAR, TAQUICARDIA, DIAFORESE E ARRITMIA CARDÍACA). OUTROS SINAIS ADICIONAIS PODEM INCLUIR: ELEVAÇÃO DA CREATININA FOSFOQUINASE, MIOGLOBINÚRIA (RABDOMIÓLISE) E INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA. AS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE SNM OU PRESENÇA DE FEBRE ALTA SEM MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE SNM REQUEREM A DESCONTINUAÇÃO DE TODAS AS DROGAS ANTIPSICÓTICAS INCLUINDO A OLANZAPINA. DISCINESIA TARDIA: EM ESTUDOS COMPARATIVOS COM HALOPERIDOL DE MAIS DE 6 SEMANAS, A OLANZAPINA FOI ASSOCIADA COM UMA INCIDÊNCIA 10 MENOR, MAS ESTATISTICAMENTE SIGNIFICANTE DE DISCINESIA PROVENIENTE DO TRATAMENTO. CONTUDO, PORQUE O RISCO DE DISCINESIA TARDIA AUMENTA COM A EXPOSIÇÃO EM LONGO PRAZO ÀS MEDICAÇÕES ANTIPSICÓTICAS, DEVE-SE CONSIDERAR A REDUÇÃO DA DOSE OU A INTERRUPÇÃO DA DROGA SE SINAIS OU SINTOMAS DE DISCINESIA TARDIA APARECEREM EM UM PACIENTE. ESSES SINTOMAS PODEM PIORAR TEMPORARIAMENTE, OU MESMO APARECEREM APÓS A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO. PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA: OCASIONALMENTE, TÊM SIDO OBSERVADAS, ESPECIALMENTE NA FASE INICIAL DO TRATAMENTO, ELEVAÇÕES ASSINTOMÁTICAS E TRANSITÓRIAS DAS TRANSAMINASES HEPÁTICAS TGP E TGO. RAROS CASOS DE HEPATITE FORAM RELATADOS NO PERÍODO PÓS-COMERCIALIZAÇÃO. NESSE PERÍODO, CASOS MUITO RAROS DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA MISTA OU COLESTÁTICA FORAM RELATADOS. CONVULSÕES: OLANZAPINA DEVE SER USADA CUIDADOSAMENTE EM PACIENTES COM HISTÓRICO DE CONVULSÕES OU QUE ESTÃO SUJEITOS A FATORES QUE POSSAM DIMINUIR O LIMIAR CONVULSIVO. CONVULSÕES FORAM RARAMENTE RELATADAS EM TAIS PACIENTES, QUANDO TRATADOS COM OLANZAPINA. ATIVIDADE ANTICOLINÉRGICA: A EXPERIÊNCIA DURANTE OS ESTUDOS CLÍNICOS REVELOU UMA BAIXA INCIDÊNCIA DE EVENTOS ANTICOLINÉRGICOS. CONTUDO, COMO A EXPERIÊNCIA CLÍNICA COM OLANZAPINA EM PACIENTES COM DOENÇA CONCOMITANTE É LIMITADA, DEVEM SER TOMADAS PRECAUÇÕES QUANDO FOR PRESCRITA A PACIENTES COM HIPERTROFIA PROSTÁTICA, ÍLEO PARALÍTICO, GLAUCOMA DE ÂNGULO ESTREITO OU CONDIÇÕES RELACIONADAS. ANTAGONISMO DOPAMINÉRGICO: A OLANZAPINA EXIBE ANTAGONISMO À DOPAMINA IN VITRO, E, EM TEORIA, PODE ANTAGONIZAR OS EFEITOS DA LEVODOPA E DOS AGONISTAS DA DOPAMINA COMO COM OUTRAS DROGAS ANTIPSICÓTICAS. ATIVIDADE GERAL NO SNC: DEVIDO AOS EFEITOS PRIMÁRIOS DA OLANZAPINA SEREM NO SNC, DEVE-SE TOMAR CUIDADO ADICIONAL QUANDO FOR ADMINISTRADA EM COMBINAÇÃO COM OUTRAS DROGAS QUE ATUEM CENTRALMENTE, INCLUINDO O ÁLCOOL. FENILALANINA: A OLANZAPINA ORODISPERSÍVEL CONTÉM ASPARTAME, QUE É UMA FONTE DE FENILALANINA. EFEITOS CARDIOVASCULARES: AS COMPARAÇÕES ENTRE OS GRUPOS OLANZAPINA/PLACEBO PROVENIENTES DOS RESULTADOS AGRUPADOS DE ESTUDOS CLÍNICOS PLACEBOS-CONTROLADOS, REVELARAM QUE NÃO HÁ DIFERENÇAS ESTATISTICAMENTE SIGNIFICANTES NA PROPORÇÃO DE PACIENTES RECEBENDO OLANZAPINA/PLACEBO QUE APRESENTARAM ALTERAÇÕES POTENCIALMENTE IMPORTANTES NOS PARÂMETROS DO ECG, INCLUINDO OS INTERVALOS QT, QTc E PR. O USO DE OLANZAPINA FOI ASSOCIADO A UM AUMENTO MÉDIO DE 2,4 BATIMENTOS POR MINUTO NA FREQÜÊNCIA CARDÍACA, COMPARADO COM NENHUMA ALTERAÇÃO ENTRE OS PACIENTES QUE UTILIZARAM PLACEBO. ESTA PEQUENA TENDÊNCIA À TAQUICARDIA PODE ESTAR RELACIONADA AO POTENCIAL DA OLANZAPINA EM INDUZIR ALTERAÇÕES ORTOSTÁTICAS. EFEITOS HEMODINÂMICOS: OLANZAPINA PODE INDUZIR HIPOTENSÃO ORTOSTÁTICA ASSOCIADA COM VERTIGEM, TAQUICARDIA, E EM ALGUNS PACIENTES, SÍNCOPE, ESPECIALMENTE DURANTE O PERÍODO INICIAL DE TITULAÇÃO DA DOSE, PROVAVELMENTE REFLETINDO SUAS PROPRIEDADES DE ANTAGONISTA a-1 ADRENÉRGICO. OS RISCOS DE HIPOTENSÃO ORTOSTÁTICA E SÍNCOPE PODEM SER MINIMIZADOS AO SE ADOTAR UMA TERAPIA INICIAL COM 5 MG DE OLANZAPINA ADMINISTRADA UMA VEZ AO 11 DIA. SE OCORRER HIPOTENSÃO, UMA TITULAÇÃO MAIS GRADUAL PARA A DOSE ALVO DEVE SER CONSIDERADA. ALTERAÇÕES DOS LIPÍDIOS: EM ESTUDOS CLÍNICOS PLACEBOSCONTROLADOS, ALTERAÇÕES INDESEJÁVEIS DOS LIPÍDIOS FORAM OBSERVADOS EM PACIENTES TRATADOS COM OLANZAPINA. ELEVAÇÕES SIGNIFICANTES E, ÀS VEZES, MUITO ALTAS (> 500 mg/dl) NOS NÍVEIS DE TRIGLICÉRIDES FORAM OBSERVADAS COM O USO DA OLANZAPINA. AUMENTOS MÉDIOS MODERADOS NO COLESTEROL TOTAL TAMBÉM FORAM OBSERVADOS COM O USO DA OLANZAPINA. PORTANTO, RECOMENDA-SE MONITORAMENTO CLÍNICO ADEQUADO. EVENTOS ADVERSOS CEREBROVASCULARES (EAC), INCLUINDO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL, EM PACIENTES IDOSOS COM DEMÊNCIA: EVENTOS ADVERSOS CEREBROVASCULARES (EX. ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL, ATAQUE ISQUÊMICO TRANSITÓRIO), INCLUINDO MORTES, FORAM RELATADOS EM ESTUDOS COM PACIENTES IDOSOS COM PSICOSE ASSOCIADA À DEMÊNCIA. EM ESTUDOS PLACEBOS-CONTROLADOS, HOUVE UMA ALTA INCIDÊNCIA DE EAC EM PACIENTES TRATADOS COM OLANZAPINA COMPARADOS AOS PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO (1,3% VERSUS 0,4%, RESPECTIVAMENTE). TODOS OS PACIENTES QUE APRESENTARAM EVENTOS CEREBROVASCULARES TINHAM FATORES DE RISCO PREEXISTENTES CONHECIDOS QUE ESTÃO RELACIONADOS COM UM RISCO ELEVADO PARA OS EAC (EX. HISTÓRICO DE EAC OU ATAQUE ISQUÊMICO TRANSITÓRIO, HIPERTENSÃO, TABAGISMO) E APRESENTARAM CONDIÇÕES MÉDICAS CONCOMITANTES E/OU MEDICAMENTOS CONCOMITANTES TENDO UMA ASSOCIAÇÃO TEMPORAL COM OS EAC. A OLANZAPINA NÃO ESTÁ APROVADA PARA O TRATAMENTO DE PACIENTES COM PSICOSE ASSOCIADA À DEMÊNCIA. HIPERGLICEMIA E DIABETES MELLITUS: EM PACIENTES COM ESQUIZOFRENIA, OCORRE UM AUMENTO NA PREVALÊNCIA DE DIABETES. ASSIM COMO COM OUTROS ANTIPSICÓTICOS, ALGUNS SINTOMAS COMO HIPERGLICEMIA, DIABETES, EXACERBAÇÃO DE DIABETES PREEXISTENTE, CETOACIDOSE E COMA DIABÉTICO FORAM RELATADOS. RECOMENDA-SE MONITORIZAÇÃO CLÍNICA APROPRIADA EM TODOS OS PACIENTES, PARTICULARMENTE EM PACIENTES DIABÉTICOS E EM PACIENTES QUE APRESENTAM FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE DIABETES. CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE, DANOS À FERTILIDADE E TOXICIDADE ANIMAL: BASEANDO-SE NOS RESULTADOS DE ESTUDOS EM RATOS E CAMUNDONGOS, CONCLUI-SE QUE A OLANZAPINA NÃO É CARCINOGÊNICA. ACHADOS SIGNIFICANTES EM ESTUDOS DE ONCOGENICIDADE FORAM LIMITADOS A UM AUMENTO NA INCIDÊNCIA DE ADENOCARCINOMAS MAMÁRIOS EM RATAS E FÊMEAS DE CAMUNDONGO. ESSE É UM ACHADO COMUM EM ROEDORES TRATADOS COM AGENTES QUE AUMENTAM A SECREÇÃO DE PROLACTINA E NÃO TEM SIGNIFICÂNCIA DIRETA PARA HUMANOS. A OLANZAPINA NÃO FOI MUTAGÊNICA EM UMA EXTENSA BATERIA DE TESTES PADRÃO, QUE INCLUIU TESTES DE MUTAÇÃO BACTERIANA E TESTES IN VITRO E IN VIVO EM MAMÍFEROS. NOS ESTUDOS EM ANIMAIS, A OLANZAPINA NÃO APRESENTOU EFEITOS TERATOGÊNICOS. A SEDAÇÃO AFETOU O DESEMPENHO NO ACASALAMENTO DOS RATOS MACHOS. OS CICLOS DE ESTRO FORAM AFETADOS COM DOSES DE 1,1 mg/kg (3 VEZES A DOSE MÁXIMA HUMANA) E OS PARÂMETROS DE REPRODUÇÃO FORAM INFLUENCIADOS EM RATOS QUE RECEBERAM 3 mg/kg (9 VEZES A DOSE MÁXIMA HUMANA). NA NINHADA DE RATOS QUE RECEBERAM OLANZAPINA, FORAM OBSERVADOS ATRASOS NO DESENVOLVIMENTO FETAL E DIMINUIÇÕES TRANSITÓRIAS NOS NÍVEIS DE ATIVIDADE DA PROLE. 12 EM ESTUDOS ANIMAIS COM OLANZAPINA, OS PRINCIPAIS ACHADOS HEMATOLÓGICOS FORAM CITOPENIAS PERIFÉRICAS REVERSÍVEIS EM CÃES QUE RECEBERAM ALTAS DOSES DE OLANZAPINA (24 A 30 VEZES A DOSE DIÁRIA MÁXIMA HUMANA), DIMINUIÇÕES DOSE-RELACIONADAS NOS LINFÓCITOS E NEUTRÓFILOS EM CAMUNDONGOS E LINFOPENIA SECUNDÁRIA A UM ESTADO NUTRICIONAL COMPROMETIDO EM RATOS. POUCOS CÃES TRATADOS COM DOSES 24 A 30 VEZES A DOSE DIÁRIA MÁXIMA HUMANA DESENVOLVERAM NEUTROPENIA REVERSÍVEL OU ANEMIA HEMOLÍTICA REVERSÍVEL ENTRE 1 E 10 MESES DE TRATAMENTO. EFEITOS NOS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS EM CADA ESPÉCIE ENVOLVERAM CÉLULAS SANGÜÍNEAS CIRCULANTES E NENHUMA EVIDÊNCIA DE CITOTOXICIDADE DA MEDULA ÓSSEA FOI ENCONTRADA EM TODAS AS ESPÉCIES ESTUDADAS. GRAVIDEZ (CATEGORIA C): NÃO HÁ ESTUDOS ADEQUADOS E BEM CONTROLADOS COM OLANZAPINA EM MULHERES GRÁVIDAS. AS PACIENTES DEVEM SER AVISADAS PARA NOTIFICAREM SEU MÉDICO SE FICAREM GRÁVIDAS OU SE PRETENDEREM ENGRAVIDAR DURANTE O TRATAMENTO COM OLANZAPINA. DADO QUE A EXPERIÊNCIA EM HUMANOS É LIMITADA, ESTA DROGA DEVE SER USADA NA GRAVIDEZ SOMENTE SE OS BENEFÍCIOS POSSÍVEIS JUSTIFICAREM OS RISCOS POTENCIAIS PARA O FETO. LACTAÇÃO: EM UM ESTUDO EM MULHERES SAUDÁVEIS, LACTANTES, A OLANZAPINA FOI EXCRETADA NO LEITE MATERNO. A MÉDIA DE EXPOSIÇÃO INFANTIL (mg/kg) NO ESTADO DE EQUILÍBRIO FOI ESTIMADA SER 1,8% DA DOSE MATERNA DE OLANZAPINA (mg/kg). AS PACIENTES DEVEM SER ACONSELHADAS A NÃO AMAMENTAREM NO CASO DE ESTAREM RECEBENDO OLANZAPINA. EFEITOS SOBRE A CAPACIDADE DE DIRIGIR E UTILIZAR MÁQUINAS: DEVIDO AO FATO DE A OLANZAPINA PODER CAUSAR SONOLÊNCIA, OS PACIENTES DEVEM SER ALERTADOS QUANDO OPERAREM MÁQUINAS, INCLUINDO VEÍCULOS MOTORIZADOS, ENQUANTO ESTIVEREM EM TRATAMENTO COM OLANZAPINA. ATENÇÃO: ESTE PRODUTO CONTÉM FENILALANINA, PORTANTO NÃO É RECOMENDADO PARA PACIENTES FENILCETONÚRICOS.

Uso na gravidez de Zyprexa Zydis

Este medicamento é contraindicado na faixa etária de pacientes menores de 18 anos. Informe a seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não deve ser usado durante a gravidez e a amamentação, exceto sob orientação médica. Informe a seu médico se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

Interações medicamentosas de Zyprexa Zydis

POTENCIAL DE INTERAÇÃO DE OUTRAS DROGAS SOBRE A OLANZAPINA: O METABOLISMO DA OLANZAPINA PODE SER AFETADO PELOS INIBIDORES OU INDUTORES DAS ISOFORMAS DO CITOCROMO P450, ESPECIFICAMENTE A ATIVIDADE DO CYP1A2. O CLEARANCE DA OLANZAPINA FOI AUMENTADO PELO TABAGISMO E CO-ADMINISTRAÇÃO DE CARBAMAZEPINA. TABAGISMO E CARBAMAZEPINA INDUZEM A ATIVIDADE DO CYP1A2. INIBIDORES DA ATIVIDADE DO CYP1A2 PODEM DIMINUIR O CLEARANCE DA OLANZAPINA. A OLANZAPINA NÃO É UM POTENTE INIBIDOR DA ATIVIDADE DO CYP1A2. A FARMACOCINÉTICA DA TEOFILINA, UMA DROGA PRINCIPALMENTE METABOLIZADA PELO CYP1A2, NÃO É ALTERADA PELA OLANZAPINA. TAMBÉM FORAM ESTUDADOS OS EFEITOS DE DROGAS QUE PROVAVELMENTE ALTEREM A ABSORÇÃO DA OLANZAPINA ORAL. DOSES ÚNICAS DE UM ANTIÁCIDO CONTENDO ALUMÍNIO E MAGNÉSIO OU CIMETIDINA NÃO AFETARAM A BIODISPONIBILIDADE ORAL DA OLANZAPINA. PORÉM, A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE CARVÃO ATIVADO REDUZIU A BIODISPONIBILIDADE ORAL DA OLANZAPINA DE 50 A 60%. A FLUOXETINA (DOSE ÚNICA DE 60 miligramas OU 60 miligramas DIÁRIAS POR 8 DIAS) CAUSA UM AUMENTO MÉDIO DE 16% NA CONCENTRAÇÃO MÁXIMA DE OLANZAPINA E UMA DIMINUIÇÃO MÉDIA DE 16% NO CLEARANCE DE OLANZAPINA. A MAGNITUDE DO IMPACTO DESTE FATOR É PEQUENA EM RELAÇÃO À 14 VARIABILIDADE ENTRE OS INDIVÍDUOS E, PORTANTO, A ALTERAÇÃO DA DOSE NÃO É ROTINEIRAMENTE RECOMENDADA. A FLUVOXAMINA, UM INIBIDOR DO CYP1A2, DIMINUI O CLEARANCE DE OLANZAPINA. ISTO RESULTA NUM AUMENTO MÉDIO NO CMÁX DA OLANZAPINA, APÓS A FLUVOXAMINA DE 54% EM MULHERES NÃO-FUMANTES E 77% EM HOMENS FUMANTES. O AUMENTO MÉDIO NA AUC DA OLANZAPINA É 52% E 108%, RESPECTIVAMENTE. DOSES MENORES DE OLANZAPINA DEVEM SER CONSIDERADAS EM PACIENTES RECEBENDO TRATAMENTO CONCOMITANTE COM FLUVOXAMINA. POTENCIAL DE INTERAÇÃO DA OLANZAPINA SOBRE OUTRAS DROGAS: EM ESTUDOS CLÍNICOS COM DOSES ÚNICAS DE OLANZAPINA, NÃO FOI EVIDENTE A INIBIÇÃO DO METABOLISMO DE IMIPRAMINA/DESIPRAMINA (CYP2D6 OU CYP3A/1A2), VARFARINA (CYP2C19), TEOFILINA (CYP1A2) OU DIAZEPAM (CYP3A4 E CYP2C19). A OLANZAPINA NÃO MOSTROU INTERAÇÃO QUANDO COADMINISTRADA COM LÍTIO OU COM BIPERIDENO. EM ESTUDOS IN VITRO COM MICROSSOMOS HEPÁTICOS HUMANOS, A OLANZAPINA DEMONSTROU PEQUENO POTENCIAL DE INIBIR AS ISOENZIMAS DO CITOCROMO P450: CYP1A2, CYP2C9, CYP2C19, CYP2D6 E CYP3A. ESTUDOS IN VITRO USANDO MICROSSOMOS HEPÁTICOS HUMANOS MOSTRARAM QUE A OLANZAPINA TEM PEQUENO POTENCIAL DE INIBIR A GLUCURONIDAÇÃO DO VALPROATO, QUE É SUA MAIOR VIA DE METABOLIZAÇÃO. ALÉM DISSO, O VALPROATO MOSTROU TER POUCO EFEITO NO METABOLISMO DA OLANZAPINA IN VITRO. A ADMINISTRAÇÃO DIÁRIA E CONCOMITANTE IN VIVO DE 10 miligramas DE OLANZAPINA E VALPROATO POR 2 SEMANAS NÃO AFETOU A CONCENTRAÇÃO DE VALPROATO NO PLASMA. PORTANTO, A ADMINISTRAÇÃO CONCOMITANTE DE OLANZAPINA E VALPROATO NÃO REQUER AJUSTE NA DOSE DE VALPROATO. AS CONCENTRAÇÕES DE EQUILÍBRIO DE OLANZAPINA NÃO TÊM EFEITO NA FARMACOCINÉTICA DO ETANOL. NO ENTANTO, PODEM OCORRER EFEITOS FARMACOLÓGICOS ADITIVOS, TAL COMO AUMENTO DE SEDAÇÃO, QUANDO O ETANOL É INGERIDO JUNTO COM A OLANZAPINA. A OLANZAPINA TEM ATIVIDADE ANTAGONISTA a-1 ADRENÉRGICA. DEVE-SE TER CAUTELA EM PACIENTES QUE RECEBEM TRATAMENTO COM MEDICAMENTOS QUE PODEM DIMINUIR A PRESSÃO ARTERIAL POR OUTROS MECANISMOS QUE NÃO O ANTAGONISMO a-1 ADRENÉRGICO. A ABSORÇÃO DA OLANZAPINA NÃO É AFETADA POR ALIMENTOS.

Reações adversas e efeitos colaterais de Zyprexa Zydis

As reações adversas relevantes, observadas com as formas farmacêuticas de uso oral e intramuscular de olanzapina durante os estudos clínicos e após o lançamento, respectivamente com a frequência a que ocorreram são: muito comuns (>= 10%): os únicos efeitos indesejáveis frequentes associados com o uso da olanzapina em estudos clínicos foram sonolência e ganho de peso. Os níveis plasmáticos de prolactina foram elevados em 34% dos pacientes tratados com olanzapina, mas estas elevações foram leves e transitórias (os valores médios não foram acima dos limites superiores da normalidade e não houve diferença estatisticamente significante com o placebo) e foram raramente associadas a manifestações clínicas (ginecomastia, galactorréia e aumento das mamas). Na maioria dos pacientes, osníveis retornaram aos valores normais sem interrupção do tratamento. Comuns (1 - 10%): os efeitos indesejáveis comuns associados com o uso da olanzapina em estudos clínicos incluíram tontura, astenia, acatisia, aumento de apetite, edema periférico, hipotensão ortostática, constipação e boca seca. Elevações transitórias e assintomáticas das transaminases hepáticas alt e ast foram observadas ocasionalmente. Níveis casuais de glicose plasmática >= 200 mg/dl (sugestivo de diabetes potencial) bem como níveis casuais = 160 mg/dl mas < 200 mg/dl (sugestivo de hiperglicemia potencial) em pacientes com níveis casuais basais de glicose = 140mg/dl foram Ocasionalmente observados durante os estudos clínicos. Níveis aleatórios de triglicérides em jejum = 2 vezes o limite do normal também foram ocasionalmente observados (incidência de 1,9%) durante os estudos clínicos (n = 107) com nenhum chegando à superioridade de 3 vezes o limite superior do normal em jejum, nesses estudos clínicos. Eosinofilia assintomática foi observada ocasionalmente. Raras (< 1%): reações alérgicas (por exemplo, reações anafilactóides, angioedema, prurido ou urticária), reações após suspensão do medicamento (por exemplo, diaforese, náusea e vômito), pancreatite, hipertrigliceridemia, reações de fotossensibilidade, bradicardia, hiperglicemia, erupção cutânea, priapismo, convulsões, hepatite, coma diabético, cetoacidose Diabética, leucopenia , trombocitopenia, tromboembolismo venoso, rabdomiólise. Efeitos adversos para populações especiais: muito comuns (= 10%): os efeitos adversos muito comuns (= 10%), associado ao uso da olanzapina em estudos clínicos envolvendo pacientes com demência associada à psicose foram a marcha anormal e quedas. Comuns (1-10%): os efeitos adversos comuns associados com o uso de olanzapina em pacientes idosos com demência associada à psicose foram a incontinência urinária e pneumonia. Nos estudos clínicos envolvendo pacientes com psicose induzida por droga (agonista da dopamina) associada com doença de parkinson, a piora dos sintomas parkinsonianos e alucinações foi relatada muito comumente e com mais frequência que com o placebo. Alucinações também foram muito comumente relatadas e com maior frequência que com o placebo. Nesses estudos, foi necessário que os pacientes estivessem estáveis à dose eficaz mais baixa de medicamentos antiparkinsonianos (agonista da dopamina) antes do início do estudo e permanecessem com as mesmas doses e medicações antiparkinsonianas ao longo do estudo. A olanzapina foi iniciada na dose de 2,5 mg/dia e titulada até uma dose máxima de 15 mg/dia, baseada no julgamento do investigador. Pacientes com mania bipolar recebendo terapia combinada com lítio ou valproato: Muito comuns (= 10%): ganho de peso, boca seca, aumento de apetite e tremores. Comuns (1-10%): distúrbio da fala.

Zyprexa Zydis - Posologia

Administração Oral Esquizofrenia e Transtornos Relacionados: A dose inicial recomendada de olanzapina é de 10 miligramas administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 miligramas diários. O aumento de dose acima da dose diária de rotina de 10 miligramas só é recomendado após avaliação clínica apropriada. Mania Aguda associada ao Transtorno Bipolar: A dose inicial recomendada de olanzapina é de 15 miligramas administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 miligramas administrada uma vez ao dia 9 em combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 miligramas diários. O aumento de dose acima da dose inicialmente sugerida diariamente só é recomendado após avaliação clínica apropriada e geralmente deve ocorrer em intervalos não inferiores a 24 horas. Prevenção de recorrência do transtorno bipolar: A dose inicial recomendada é de 10 mg/dia. Para pacientes que já estavam recebendo olanzapina para tratamento de episódio maníaco, continuar o tratamento na mesma dose, visando a prevenção da recorrência. A dose diária pode ser subsequentemente ajustada com base na condição clínica individual, dentro da variação de 5 a 20 mg/dia. Considerações Gerais sobre Posologia Oral em Populações Especiais: Dose para pacientes idosos: Uma dose mais baixa de 5mg/dia não é rotineiramente indicada, mas poderia ser considerada para aqueles com mais de 65 anos, quando fatores clínicos justificarem. Dose para pacientes com disfunção hepática ou renal: Uma dose inicial de 5 miligramas deve ser considerada para pacientes com disfunção hepática moderada ou renal grave e aumentada somente com cautela. Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexo feminino, geriátrico, não-tabagista) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina.

Superdosagem

Sinais e Sintomas: Os sintomas mais comumente relatados em caso de superdose com olanzapina (= 10% de incidência) incluem: taquicardia, agitação/agressividade, disartria, 17 vários sintomas extrapiramidais e redução do nível de consciência, variando de sedação ao coma. Outras sequelas significantes do ponto de vista médico incluem delirium, convulsão, possível síndrome neuroléptica maligna, depressão respiratória, aspiração, hipertensão ou hipotensão, arritmias cardíacas (< 2% dos casos de superdose) e parada cardiorrespiratória. Casos fatais foram descritos com superdoses agudas tão baixas quanto 450 miligramas de olanzapina por via oral, porém também foram relatados casos de sobrevida após uma superdose aguda de aproximadamente 2 g de olanzapina por via oral. Tratamento: Não existe antídoto específico para olanzapina. A indução de êmese não é recomendada. Alguns procedimentos padrão podem ser indicados para o tratamento da superdose (isto é, lavagem gástrica, administração de carvão ativado). A administração concomitante de carvão ativado mostrou reduzir a biodisponibilidade oral da olanzapina em 50 a 60%. O tratamento sintomático e a monitoração das funções orgânicas vitais devem ser instituídos de acordo com o quadro clínico, incluindo o tratamento da hipotensão e do colapso circulatório e o suporte da função respiratória. Não usar adrenalina, dopamina ou outros agentes simpatomiméticos com atividade beta-agonista, pois a estimulação beta pode piorar a hipotensão.

Características farmacológicas

Descrição: A olanzapina é uma droga antipsicótica que pertence à classe das tienobenzodiazepinas. Quimicamente é o 2-metil-4-(4-metil-1-piperazinil)-10H-tieno[2,3-b] [1,5]benzodiazepina. A fórmula molecular da olanzapina é C17H20N4S e tem um peso molecular de 312,43. Apresenta-se como um sólido cristalino amarelo. Propriedades Farmacológicas Farmacodinâmica: A olanzapina é uma droga antipsicótica com um perfil farmacológico amplo, através da ação em vários sistemas de receptores. Em estudos pré-clínicos, a olanzapina demonstrou afinidade pelos receptores de serotonina 5HT2A/C, 5HT3, 5HT6; dopamina D1, D2, D3, D4, D5; muscarínicos M1-5; a1-adrenérgico e histamina H1. Os estudos de comportamento em animais dos efeitos da olanzapina indicaram antagonismo aos receptores 5HT, dopaminérgicos e colinérgicos, consistente com o perfil de ligação a esses receptores. A olanzapina demonstrou maior afinidade in vitro ao receptor da serotonina 5HT2 , bem como maior atividade in vivo, comparada à afinidade e atividade para o receptor da dopamina D2. Os estudos eletrofisiológicos demonstraram que a olanzapina reduziu seletivamente a ativação dos neurônios dopaminérgicos mesolímbicos (A10), enquanto demonstrou pouco efeito sobre as vias estriatais (A9) envolvidas na função motora. A olanzapina reduziu uma resposta condicionada de aversão, que é um teste indicativo de atividade antipsicótica, em doses abaixo das que produzem catalepsia, que é um efeito indicativo de efeitos motores adversos. Ao contrário de outras drogas antipsicóticas, a olanzapina aumenta a resposta em um teste "ansiolítico". Em dois de dois estudos controlados com placebo e em dois de três estudos controlados comparativos, com mais de 2900 pacientes esquizofrênicos apresentando sintomas positivos e negativos, a olanzapina foi associada a melhoras significantemente maiores, tanto nos sintomas negativos como nos positivos. Farmacocinética: A olanzapina é bem absorvida após administração oral, atingindo concentrações plasmáticas máximas dentro de 5 a 8 horas. A absorção não é afetada pelo alimento. As concentrações plasmáticas de olanzapina foram lineares e proporcionais à dose em estudos clínicos nas doses de 1 a 20 miligramas Os estudos farmacocinéticos demonstraram que os comprimidos revestidos e os comprimidos orodispersíveis são bioequivalentes. A olanzapina é metabolizada no fígado pelas vias conjugativa e oxidativa. O maior metabólito circulante é o 10-N-glucuronida, que em teoria não ultrapassa a barreira hemato-encefálica. As isoenzimas CYP1A2 e CYP2D6 do citocromo P450 contribuem para a formação dos metabólitos N-desmetil e 2-hidroximetil, ambos exibindo significativamente menor atividade farmacológica in vivo do que a olanzapina em estudos animais. A atividade farmacológica predominante é a da olanzapina original. Após administração oral a indivíduos sadios, a meia-vida média de eliminação da olanzapina foi de 33 horas (21 a 54 h para o 5º a 95º percentil) e o clearance plasmático médio foi de 26 L/h (12 a 47 L/h para o 5º a 95º percentil). A farmacocinética da olanzapina variou em função do tabagismo, da idade e do sexo, conforme apresentado na tabela abaixo: Características do paciente Meia-vida (horas) Clearance plasmático (L/h) Não fumante 38,6 18,6 Fumante 30,4 27,7 Mulheres 36,7 18,9 Homens 32,3 27,3 Idosos (65 anos ou mais) 51,8 17,5 Não idosos 33,8 18,2 Embora o tabagismo, sexo e a idade possam afetar o clearance e a meia-vida da olanzapina, a magnitude do impacto desses fatores isolados é pequena em comparação com a variabilidade geral entre indivíduos. Não houve diferença significante na meia-vida média de eliminação ou no clearance da olanzapina entre pacientes com insuficiência renal grave, comparando-se aos pacientes com função renal normal. Aproximadamente 57% da olanzapina é excretada na urina, principalmente como metabólitos. Indivíduos fumantes com disfunção hepática leve apresentaram diminuição do clearance comparável aos indivíduos não fumantes sem disfunção hepática. A ligação da olanzapina às proteínas plasmáticas foi cerca de 93% em uma faixa de concentração de 7 a 1000 ng/ml. A olanzapina está ligada predominantemente à albumina e à a1-glicoproteína ácida. Em um estudo com indivíduos caucasianos, japoneses e chineses, não houve diferenças entre os parâmetros farmacocinéticos da olanzapina entre as três populações. O estado da isoenzima CYP2D6 do citocromo P450 não afeta o metabolismo da olanzapina.

Resultados de eficácia

Esquizofrenia A eficácia da olanzapina no tratamento da esquizofrenia foi estabelecida em 2 estudos controlados de curto prazo (6 semanas) de pacientes internados que reuniam os critérios do DSM III-R (Manual de diagnóstico estatístico de doenças mentais) para esquizofrenia. Vários instrumentos foram usados para avaliar os sinais e sintomas psiquiátricos nesses estudos, entre eles a Escala Breve de Avaliação Psiquiátrica (BPRS), um inventário com múltiplos itens de psicopatologia geral, usado tradicionalmente para avaliar os efeitos do tratamento na esquizofrenia. O fator de psicose da BPRS (desorganização conceitual, conduta alucinatória e alteração do conteúdo do pensamento) é considerado um instrumento particularmente útil para avaliar os pacientes esquizofrênicos. Uma segunda avaliação tradicional, a Impressão Clínica Global (CGI), reflete a impressão de um observador hábil, completamente familiar com manifestações de esquizofrenia, sobre o estado clínico geral do paciente. Além disso, mais duas escalas recentemente desenvolvidas foram empregadas; estas incluíram a Escala das Síndromes Positiva e Negativa (PANSS), na qual estão enquadrados os 18 itens do BPRS e a Escala para Avaliação dos Sintomas Negativos (SANS). O estudo clínico resume o foco nos seguintes parâmetros: PANSS total e/ou BPRS total; fator de psicose na BPRS; subescala negativa da PANSS ou da SANS e gravidade da CGI. Os resultados dos estudos são os seguintes: (1) Em um estudo clínico, placebo-controlado de 6 semanas (N = 149) envolvendo duas doses fixas de 1 e 10 mg/dia de olanzapina, a olanzapina 10 mg/dia (mas não 1 mg/dia), foi superior ao placebo na PANSS total (também na BPRS total resumida) no fator de psicose da BPRS, na subescala negativa da PANSS e na gravidade da CGI. (2) Em um estudo clínico, placebo-controlado de 6 semanas (N = 253), envolvendo 3 intervalos de doses fixas (5,0 ± 2,5 mg/dia; 10,0 ± 2,5 mg/dia e 15,0 ± 2,5 mg/dia), os grupos de dose de olanzapina mais altos (doses médias efetivas de 12 e 16 mg/dia, respectivamente) foram superiores ao placebo no resultado da BPRS total, fator de psicose da BPRS e no resultado de gravidade da CGI. O grupo de dose mais alta de olanzapina foi superior ao placebo no SANS. Não houve vantagem evidente para o grupo de dose alta sobre o grupo de dose média. O exame dos grupos de população (raça e sexo) não revelou qualquer resposta diferencial com base nesses subgrupos. Em um estudo de longo prazo com pacientes internados que reuniam predominantemente os critérios do DSM-IV para esquizofrenia e que permaneceram estáveis durante o tratamento aberto com a olanzapina por pelo menos 8 semanas, 326 foram randomizados para continuar com suas doses de olanzapina (intervalo de 10 a 20 mg/dia) ou com placebo. O período de acompanhamento para observar os pacientes quanto à recidiva, definido como o aumento dos sintomas positivos na BPRS ou hospitalização, foi de 12 meses. Contudo, a interrupção antecipada do estudo foi devido a um excesso das recidivas com o placebo, comparado às recidivas com a olanzapina. A olanzapina foi superior ao placebo no período da recidiva, o principal desfecho clínico avaliado neste estudo. Portanto, a olanzapina foi mais efetiva que o placebo na manutenção da eficácia em pacientes estabilizados por aproximadamente 8 semanas e seguidos por um período de observação de até 8 meses. Mania (mania pura ou mista) Monoterapia: A eficácia da olanzapina no tratamento dos episódios maníacos agudos foi estabelecida em dois estudos a curto prazo, placebos-controlados (um de 3 semanas e um de 4 semanas) em pacientes que reuniram os critérios para Transtorno Bipolar I com episódios maníacos ou mistos. Estes estudos incluíram pacientes com ou sem sintomas psicóticos e com ou sem ciclagem rápida. O instrumento primário usado para avaliar os sintomas maníacos nesses estudos foi a Escala de Mania Young (Y-MRS), uma escala de 11 itens preenchida pelo médico, tradicionalmente usada para avaliar o grau de sintomatologia maníaca (irritabilidade, comportamento agressivo/disruptivo, sono, humor elevado, fala, atividade aumentada, interesse sexual, transtorno da fala/pensamento, conteúdo de pensamento, aparência e discernimento). O principal desfecho clínico deste estudo foi uma redução na pontuação da Y-MRS ao longo do estudo. Os resultados desses estudos são os seguintes: (1) No estudo placebo-controlado de 3 semanas (N = 67) que envolveu um intervalo de dose de olanzapina (5 - 20 mg/dia, diariamente, iniciando com 10 mg/dia), a olanzapina foi superior ao placebo na redução da pontuação total da Y-MRS. (2) Em um estudo placebo-controlado de 4 semanas (N = 115) que envolveu um intervalo de dose de olanzapina (5 - 20 mg/dia, iniciando a 15 mg/dia), a olanzapina foi superior ao placebo na redução da pontuação na Y-MRS total. (3) Em outro estudo, 361 pacientes que preenchiam os critérios do DSM-IV para mania ou episódio misto de transtorno bipolar, com resposta clínica à olanzapina de 5 a 20 mg/dia na fase inicial do tratamento aberto por aproximadamente duas semanas, em média, foram randomizados para continuar o tratamento com olanzapina na mesma dose (N = 225) ou para realizar o tratamento com placebo (N = 136), com o objetivo de observar as taxas de recaída dos pacientes. Na fase duplo-cega do estudo, aproximadamente 50% dos pacientes do grupo recebendo olanzapina interromperam o tratamento até o 59º dia e 50% dos pacientes do grupo tratados com placebo interromperam o tratamento até o 23º dia. As respostas durante a fase aberta foram definidas como uma diminuição na pontuação total da escala Y-MRS = 12 e da escala HAM-D 21 = 8. As recaídas durante a fase duplo-cega foram definidas como um aumento na pontuação das escalas Y-MRS ou HAM-D 21 = 15, ou ocorrendo hospitalização em caso de mania ou depressão. Na fase randomizada, os pacientes que continuaram recebendo olanzapina apresentaram um significativo aumento no tempo do aparecimento de uma recaída. Terapia em combinação: A eficácia do uso de olanzapina concomitantemente com lítio ou valproato no tratamento dos episódios maníacos agudos foi estabelecida em dois estudos controlados em pacientes que reuniram os critérios do DSM-IV para Transtorno Bipolar I com episódios maníacos ou mistos. Esses estudos incluíram pacientes com ou sem sintomas psicóticos e com ou sem curso de ciclagem rápida. Os resultados desses estudos são os seguintes: (1) Em um estudo de combinação, placebo-controlado de 6 semanas, 175 pacientes internados sob tratamento com lítio ou valproato, inadequadamente controlados com relação aos sintomas maníacos ou mistos, foram randomizados para receber olanzapina ou placebo, em combinação com sua terapia original. A olanzapina (em um intervalo de dose de 5-20 mg/dia, iniciando a 10 mg/dia) combinada com lítio ou valproato (em um intervalo terapêutico de 0,6 mEq/L a 1,2 mEq/L ou 50 mcg/ml a 125 mcg/ml, respectivamente) foi superior ao lítio ou valproato isolado na redução da pontuação na Y-MRS total. (2) Em um segundo estudo de combinação, placebo-controlado de 6 semanas, 169 pacientes internados sob tratamento com lítio ou valproato, inadequadamente controlados com relação aos sintomas maníacos ou mistos (Y-MRS = 16), foram randomizados para receber olanzapina ou placebo, em combinação com suas terapias originais. A olanzapina (em um intervalo de dose de 5-20 mg/dia, iniciando a 10 mg/dia) combinada com lítio ou valproato (em um intervalo terapêutico de 6,0 mEq/L a 1,2 mEq/L ou 50 mcg/ml a 125 mcg/ml, respectivamente) foi superior ao lítio ou valproato isolado na redução da pontuação na YMRS total. Prevenção de Recorrência do Transtorno Bipolar A eficácia e segurança da olanzapina na prevenção da recorrência do transtorno bipolar foram investigadas em quatro estudos randomizados, duplos-cegos e controlados. Em cada estudo, a olanzapina foi administrada por via oral, na forma de comprimidos ou cápsulas, em dose de 5 a 20 mg/dia. As doses de lítio (300 a 1800 mg/dia) e de valproato (500 a 2500 mg/dia) foram ajustadas para manter níveis terapêuticos plasmáticos seguros. O primeiro estudo procurou estabelecer a não inferioridade da olanzapina versus lítio em termos de incidência da recorrência sintomática para pacientes em remissão sintomática de mania e depressão. Pela definição de recorrência (incluindo hospitalização), os pacientes tratados com olanzapina tiveram uma incidência estatisticamente inferior de recorrência bipolar (31,3% versus 42,5%; p = 0,017) e de recorrência de mania (14,7% versus 31,3%; p < 0,001), quando comparado aos pacientes tratados com lítio. Os pacientes tratados com olanzapina também demonstraram um período estatisticamente mais longo até a recorrência de transtorno bipolar ou mania do que os pacientes tratados com lítio. Além disso, a olanzapina foi tão eficaz quanto o lítio em prolongar o período de uma recorrência depressiva. A taxa de recorrência e o período até sua ocorrência foram estatisticamente mais favoráveis para os pacientes tratados com olanzapina do que para os pacientes tratados com lítio. O segundo estudo, de 47 semanas, procurou estabelecer a superioridade da olanzapina versus placebo em termos do tempo até a recorrência sintomática para pacientes em remissão sintomática de mania e depressão. Esse estudo mostrou que o tempo até uma recorrência para mania ou depressão foi estatisticamente maior para a olanzapina do que para o placebo (174 dias para olanzapina e 22 dias para placebo). Os pacientes tratados com olanzapina tiveram, ainda, taxas estatisticamente menores de recorrência para mania (16,4%) quando comparada ao placebo (41,2%), e para depressão (34,7% para olanzapina versus 47,8% para o placebo). O terceiro estudo procurou estabelecer a superioridade da olanzapina mais um estabilizador do humor (lítio ou valproato) versus placebo mais um estabilizador do humor em termos do tempo até a recorrência sindrômica para pacientes em remissão sindrômica de mania e depressão. Para as análises usando a definição comum de recorrência sintomática, a incidência de recorrência de mania isolada foi estatisticamente menor para o grupo de tratamento com olanzapina mais estabilizador do humor do que para o grupo de tratamento com placebo mais estabilizador do humor. Esses dados demonstram a utilidade da olanzapina não apenas como monoterapia, mas também em combinação com lítio ou valproato, para tratamento de prevenção da recorrência bipolar. O quarto estudo, duplo-cego, randomizado, de 47 semanas, comparou a olanzapina ao divalproato. Nesse estudo, a olanzapina mostrou-se estatisticamente mais eficaz que o divalproato em reduzir a sintomatologia maníaca (p = 0,002). Além disso, o tempo até a remissão sintomática de mania foi significativamente menor para a olanzapina que para o divalproato (14 dias para a olanzapina e 62 dias para o divalproato; p = 0,047).

Modo de usar

Zyprexa Zydis, na forma de comprimidos orodispersíveis, deve ser armazenado à temperatura ambiente controlada (15 a 30ºC), protegido da luz e umidade. Zyprexa Zydis deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independentemente das refeições. Antes de abrir o blister, certificar-se de que as mãos estejam muito bem secas, pois o medicamento 9 dissolve-se muito rapidamente, com pouquíssimas quantidades de água, como por exemplo mãos úmidas. Após abrir a embalagem, separe um casulo do blister e, cuidadosamente, retire o laminado da parte de trás do blister. Gentilmente, empurre o comprimido para fora do casulo. Os comprimidos orodispersíveis podem ser facilmente engolidos sem água, imediatamente após a abertura do blister ou podem ser dissolvidos em um copo de água, café, leite, suco de laranja ou suco de maçã antes da administração. Após dissolver o comprimido orodispersível, ingerir imediatamente. O produto deve ser mantido dentro de sua embalagem original até o momento do uso, a fim de protegê-lo da luz e umidade.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

PACIENTES COM ACOMETIMENTO HEPÁTICO DE DIVERSAS NATUREZAS: DEVEM SER TOMADAS PRECAUÇÕES EM PACIENTES COM TGP E/OU TGO ELEVADAS, EM PACIENTES COM SINAIS E SINTOMAS DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA, EM PACIENTES COM DOENÇAS PREEXISTENTES ASSOCIADAS COM RESERVA FUNCIONAL HEPÁTICA LIMITADA E EM PACIENTES QUE ESTEJAM SENDO TRATADOS COM MEDICAMENTOS POTENCIALMENTE HEPATOTÓXICOS. NO CASO DE ELEVAÇÃO DA TGP E/OU TGO DURANTE O TRATAMENTO, É NECESSÁRIO ACOMPANHAMENTO CUIDADOSO E DEVE-SE CONSIDERAR A REDUÇÃO DA DOSE. PACIENTES COM ACOMETIMENTO HEMATOLÓGICO DE DIVERSAS NATUREZAS: COMO COM OUTRAS DROGAS ANTIPSICÓTICAS, DEVE-SE TOMAR CUIDADO QUANDO USAR OLANZAPINA NOS SEGUINTES TIPOS DE PACIENTES: - PACIENTES QUE POR QUALQUER RAZÃO TENHAM CONTAGENS BAIXAS DE LEUCÓCITOS E/OU NEUTRÓFILOS; - EM PACIENTES COM HISTÓRIA DE DEPRESSÃO/TOXICIDADE DA MEDULA ÓSSEA INDUZIDA POR DROGAS; - EM PACIENTES COM DEPRESSÃO DA MEDULA ÓSSEA CAUSADA POR DOENÇA CONCOMITANTE, RADIOTERAPIA OU QUIMIOTERAPIA, E - EM PACIENTES COM CONDIÇÕES DE HIPEREOSINOFILIA OU COM DOENÇA MIELOPROLIFERATIVA. 13 EM ESTUDOS CLÍNICOS, UM NÚMERO SIGNIFICANTE DE PACIENTES COM HISTÓRIA DE NEUTROPENIA OU DE AGRANULOCITOSE RELACIONADA COM CLOZAPINA RECEBERAM OLANZAPINA SEM INTERCORRÊNCIAS. USO GERIÁTRICO: DOS 2500 PACIENTES QUE PARTICIPARAM DOS ESTUDOS CLÍNICOS COM OLANZAPINA PRÉ-COMERCIALIZAÇÃO, 11% (263) TINHAM IDADE DE 65 ANOS OU MAIS. EM PACIENTES ESQUIZOFRÊNICOS, NÃO HÁ INDÍCIOS DE DIFERENÇA DE TOLERABILIDADE À OLANZAPINA ENTRE PACIENTES IDOSOS E JOVENS. OS ESTUDOS EM PACIENTES COM VÁRIOS SINTOMAS PSIQUIÁTRICOS, ASSOCIADOS À DOENÇA DE ALZHEIMER, SUGERIRAM QUE PODE HAVER UM PERFIL DE TOLERABILIDADE DIFERENTE NESTA POPULAÇÃO, QUANDO COMPARADA AOS PACIENTES JOVENS COM ESQUIZOFRENIA. COMO COM OUTRAS DROGAS DE AÇÃO NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL, A OLANZAPINA DEVE SER USADA COM CUIDADO EM PACIENTES IDOSOS COM DEMÊNCIA E TAMBÉM, NA PRESENÇA DE FATORES QUE POSSAM DIMINUIR O CLEARANCE FARMACOCINÉTICO OU AUMENTAR A RESPOSTA FARMACODINÂMICA À OLANZAPINA, DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO UMA DOSE INICIAL MAIS BAIXA PARA OS PACIENTES IDOSOS (VER POSOLOGIA). SEGURANÇA EM PACIENTES IDOSOS COM PSICOSE ASSOCIADA À DEMÊNCIA: EM PACIENTES IDOSOS, COM PSICOSE ASSOCIADA À DEMÊNCIA, NÃO FOI ESTABELECIDA A EFICÁCIA DA OLANZAPINA. EM ESTUDOS CLÍNICOS PLACEBOS-CONTROLADOS EM PACIENTES IDOSOS COM PSICOSE ASSOCIADA À DEMÊNCIA, A INCIDÊNCIA DE MORTE FOI SIGNIFICANTEMENTE MAIOR NOS PACIENTES TRATADOS COM A OLANZAPINA EM COMPARAÇÃO COM OS PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO (3,5% VERSUS 1,5%, RESPECTIVAMENTE). OS FATORES DE RISCO QUE PODEM PREDISPOR AO AUMENTO DA MORTALIDADE NESTES PACIENTES, QUANDO TRATADOS COM OLANZAPINA, INCLUEM: FAIXA ETÁRIA = 80 ANOS, SEDAÇÃO, USO CONCOMITANTE DE BENZODIAZEPÍNICOS OU PRESENÇA DE CONDIÇÕES RESPIRATÓRIAS (EX. PNEUMONIA, COM OU SEM ASPIRAÇÃO). USO PEDIÁTRICO: A OLANZAPINA NÃO FOI ESTUDADA EM INDIVÍDUOS COM MENOS DE 18 ANOS DE IDADE.

Armazenagem

O medicamento em comprimidos orodispersíveis deve ser guardado à temperatura ambiente controlada (15 a 30ºC), em sua embalagem original, protegido da luz e umidade. O prazo de validade do produto nestas condições de armazenamento é de 2 anos.

Zyprexa Zydis - Informações

A olanzapina é uma droga antipsicótica que pertence à classe das tienobenzodiazepinas. Quimicamente é o 2-metil-4-(4-metil-1-piperazinil)-10H-tieno[2,3-b] [1,5]benzodiazepina. A fórmula molecular da olanzapina é C17H20N4S e tem um peso molecular de 312,43. Apresenta-se como um sólido cristalino amarelo. Propriedades Farmacológicas Farmacodinâmica: A olanzapina é uma droga antipsicótica com um perfil farmacológico amplo, através da ação em vários sistemas de receptores. Em estudos pré-clínicos, a olanzapina demonstrou afinidade pelos receptores de serotonina 5HT2A/C, 5HT3, 5HT6; dopamina D1, D2, D3, D4, D5; muscarínicos M1-5; a1-adrenérgico e histamina H1. Os estudos de comportamento em animais dos efeitos da olanzapina indicaram antagonismo aos receptores 5HT, dopaminérgicos e colinérgicos, consistente com o perfil de ligação a esses receptores. A olanzapina demonstrou maior afinidade in vitro ao receptor da serotonina 5HT2 , bem como maior atividade in vivo, comparada à afinidade e atividade para o receptor da dopamina D2. Os estudos eletrofisiológicos demonstraram que a olanzapina reduziu seletivamente a ativação dos neurônios dopaminérgicos mesolímbicos (A10), enquanto demonstrou pouco efeito sobre as vias estriatais (A9) envolvidas na função motora. A olanzapina reduziu uma resposta condicionada de aversão, que é um teste indicativo de atividade antipsicótica, em doses abaixo das que produzem catalepsia, que é um efeito 5 indicativo de efeitos motores adversos. Ao contrário de outras drogas antipsicóticas, a olanzapina aumenta a resposta em um teste ansiolítico-. Em dois de dois estudos controlados com placebo e em dois de três estudos controlados comparativos, com mais de 2900 pacientes esquizofrênicos apresentando sintomas positivos e negativos, a olanzapina foi associada a melhoras significantemente maiores, tanto nos sintomas negativos como nos positivos.

Dizeres legais

Esse produto é controlado pela portaria no 344 de 12/05/1998 - Lista C1. REGISTRO MS - 1.1260.0021 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA Farm. Resp.: Márcia A. Preda CRF-SP No 19189 Fabricação, validade e número do lote, vide cartucho Fabricado por: CATALENT UK SWINDON ZYDIS LIMITED, Swindon - Wiltshire - Inglaterra Embalado por: LILLY S.A. Alcobendas, Madri - Espanha Distribuído por: ELI LILLY DO BRASIL LTDA. Av. Morumbi, 8264 São Paulo, SP - Brasil CNPJ 43.940.618/0001-44 Indústria Brasileira


Bulas
Principal